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	<title>Arquivo de Brandão Ferreira | Alternativa Portugal</title>
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	<title>Arquivo de Brandão Ferreira | Alternativa Portugal</title>
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		<title>Considerações sobre as eleições presidenciais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alternativa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Jan 2026 09:00:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Por razões várias, mas sobretudo por “fastio”, reuni meia dúzia de “apontamentos” com algumas considerações sobre as eleições presidenciais.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://alternativaportugal.org/consideracoes-sobre-as-eleicoes-presidenciais/">Considerações sobre as eleições presidenciais</a> aparece primeiro em <a href="https://alternativaportugal.org">Alternativa Portugal</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><strong>Impus a mim mesmo, por razões várias, mas sobretudo por “fastio”, a tecer algumas considerações sobre as eleições presidenciais (ainda) em curso. Mas, como por um acaso reuni meia dúzia de “apontamentos”, lá me decidi a juntar-lhes algum nexo descritivo e fazer disso pasto de leitura de algum leitor mais guloso por ouvir dizer coisas que raramente são ouvidas na descabelada corrente mediática que nos cerca, assalta e nos tenta revolver e condicionar as entranhas cognitivas e elencar a alma com as mais funestas ferramentas de manipulação de massas.</strong></p>
<p>Gostaram desta tirada?</p>
<p>Pois jamais (penso eu de que) a poderiam ouvir da boca de um qualquer candidato ou de quem anda metido em campanhas deste tipo…</p>
<p>Comecemos pelo que não é (ainda) óbvio: esta eleição devia ser escusada pois devíamos viver em monarquia. O 5 de Outubro de 1910 (não o de 1143), foi uma desgraça (mais uma) que nos calhou em graça, e não devia ter acontecido(1). E quando a cabeça não tem juízo o corpo é que paga.</p>
<p>Aliás, há eleições a mais (para Presidente da República (PR); para as legislativas; para as autárquicas; as específicas das Regiões Autónomas, para o Parlamento Europeu; quando a Assembleia da República é dissolvida, etc., uff!) a que se tem de juntar os prazos curtos entre as mesmas. Ou seja, ninguém governa, nada se pode fazer em continuidade temporal, anda-se permanentemente em campanha eleitoral e não há sossego, além de que tudo custa uma fortuna e representa um esforço e trabalho não produtivo. E algum negócio.</p>
<p>E não contentes com isto, sobretudo no caso vertente, a campanha, que devia decorrer quando está prevista na lei (4 a 16-01-26), começou muitos meses antes do PR ter anunciado a data de 18 de Janeiro para a primeira volta (30-10-25); apenas teve uma paragem porque, entretanto, fomos brindados com umas eleições legislativas extra, dado o governo ter caído…</p>
<p>O que está discriminado na Constituição da República (que, de resto, deve ser objecto de alterações profundas) relativamente a quem pode concorrer a PR parece-me que deve ser revisto. Isto é, não deve haver apenas três condições para permitir uma candidatura: ser português nascido em Portugal; ter 35 anos ou mais e recolher um mínimo de 7.500 assinaturas consideradas válidas, segundo a lei.</p>
<p style="text-align: left;">Nem sequer é necessário apresentar um registo criminal ou provar que passou com distinção no exame da antiga 4ª classe ou equivalente (sendo que hoje é difícil encontrar essa equivalência…), a malha tem de ser mais apertada. Mas no polo oposto chega-se ao ponto de fazer assassinatos de carácter na via pública e a fazer chicana com a vida íntima de candidatos.</p>
<h3 style="text-align: left;">Considerações sobre as eleições presidenciais</h3>
<p>As <a href="https://alternativaportugal.org/eleicoes-presidenciais-um-enorme-dilema/" target="_blank" rel="noopener">eleições</a> são uma mentira a vários títulos: primeiro essa ideia da “igualdade de oportunidades” é uma história que só “contaram pra você”, dado só poderem concorrer os muito ricos (outros também podem, mas não têm hipóteses de fazer nada…) ou aqueles que são apoiados com fundos de algum “filantropo”, ou amigos que lhe dêem mesadas.</p>
<p>Cuidado, porém, normalmente quem paga quer mandar ou tirar daí dividendos (ou seja, cada um de nós arrisca-se não a votar num candidato, mas sim em quem o apoia…).</p>
<p>Os únicos que têm dinheiro para apoiar candidatos são os partidos políticos, logo a maioria dos candidatos saem destas hostes. Ou seja, é mais do mesmo. Quer dizer, estamos cada vez mais afundados numa partidocracia…</p>
<p>O PR ser o “presidente de todos os portugueses” — como quase todos berram a plenos pulmões — é outra falácia: vai ser sempre dos portugueses de uma ou mais “facção” contra outra ou outras.</p>
<p>Mesmo com toda a campanha efectuada mais o “escrutínio” dos órgãos de comunicação social, o verdadeiro conhecimento das pessoas que se candidatam, por parte da generalidade dos eleitores, estimo que seja muito fraco.</p>
<p>Ou seja, as pessoas votam no que desconhecem. Chamam a isto “democracia”.</p>
<p style="text-align: center;">* * * * *</p>
<p>Sobre a campanha:</p>
<p>— Não vou apoiar ou deixar de apoiar um determinado candidato (estou certo de que no fim de lerem o que escrevo, saberão qual será a minha opção) pois todos nós temos de ouvir e entender o que os candidatos defendem e não a fazer ruído sobre o que se passa ou a tentar falar por eles;</p>
<p>— A campanha acaba por ser — para quem a segue minimamente — um “massacre” televisivo. Notícias a mais (e frenéticas), misturadas com propaganda e demagogia, são desinformação. Os órgãos de comunicação social parecem que se atropelam uns aos outros em todo este âmbito;</p>
<p>— O aspecto do candidato, se é alto ou baixo, simpático ou antipático, bonito ou feio, (se tira “selfies”!) etc., aparenta ter mais importância que os seus reais conhecimentos e virtudes. É da natureza humana. Daí haver candidatos e eleitores que apostam mais na aparência do que na substância;</p>
<p>— Qualquer incidente imprevisto no caminho da campanha eleitoral pode deitar tudo a perder, daí que, por norma, aparecem sempre umas “bombas” atiradas para a contenda em alturas específicas, ou por desespero de um candidato, da sua “entourage” ou até, de outrem;</p>
<p>— As sondagens podem ter impactos positivos ou negativos no comportamento dos eleitores e dos candidatos, mas têm sempre o condão de influenciar, o que pode levar a distorções na percepção do eleitorado e da “máquina” de apoio aos candidatos. Tudo isto deve ser bem “mastigado” para que o exercício das sondagens seja devidamente regulamentado a fim de não desvirtuar a livre escolha do eleitorado;</p>
<p>— Deverá haver um limite para o número de candidaturas à eleição (nem que se tenha que optar a um escrutínio prévio qualquer) sob pena do “sistema” se tornar ingerível;</p>
<p>— Os comentadores devem analisar o que se passa, não fazer campanha por este ou aquele;</p>
<p>— Os votantes têm de pensar pela sua cabeça, não pela cabeça de outros;</p>
<p>— Do mesmo modo os jornalistas que apoiem algum dos candidatos e queiram fazer campanha eleitoral por algum deles, devem suspender profissionalmente as suas funções e assumir-se como apoiantes de um ou outro, a título pessoal;</p>
<p>— Deviam ser evitados, proibidos até, ataques pessoais e insultos; tem de se discutir ideias, não atacar pessoas.</p>
<p>— Finalmente a campanha devia concentrar-se nos aspectos que dizem respeito às funções presidenciais, não a tornar-se um debate sobre tudo e mais alguma coisa. O tema mais importante para um PR é a questão de como ele pensa e irá actuar para garantir o que é <u>mais importante</u> para o país: a defesa da independência e soberania de Portugal e a preservação da identidade da Nação Portuguesa; sendo que uma não se mantém sem a outra(2).</p>
<p>Ninguém falou sobre isto (nunca falam…)!</p>
<p style="text-align: center;">* * * * *</p>
<p>Aproveito para listar as maiores ameaças (internas e externas) que se vislumbram (algumas são de sempre e vão e vêm):</p>
<p>— A falta de personalidade das elites nacionais (quer isto dizer que é preciso pensar em português e ter vontade em ser português — chama-se a isto “Patriotismo”) — grande parte delas vendem a alma a “internacionalismos” vários (tal representa um perigo nacional permanente…);</p>
<p>— O federalismo europeu e o iberismo;</p>
<p>— A falta de segurança no país (forças armadas à míngua; forças de segurança sem autoridade; serviço de informações embrionário; exercício da “justiça” aplicado a outro “mundo”, ineficaz e ineficiente), como consequência do aumento da imigração e da criminalidade;</p>
<p>— Instrução pública (a que chamam educação) medíocre, desnacionalizada, indisciplinada, nivelada por baixo e cheia de valores errados; um desastre completo e extenso;</p>
<p>— Sociedade com grandes falhas éticas e morais (a moral passou a ser relativa) no seu comportamento; desregramento e corrupção transversal, a atingir níveis do chamado “terceiro mundo”;</p>
<p>— “Invasão” de imigrantes completamente desregrada e desproporcionada com intuitos que se podem considerar “diabólicos” por parte de quem a permitiu, favoreceu e incentivou. A Nação Portuguesa e a sua matriz cultural poderão diluir-se rapidamente. O que se está a passar representa a <u>maior ameaça</u> à nossa existência como Nação no concerto dos povos, e a curto prazo. Não estou a exagerar, aliás, entra pelos olhos dentro de um cego — que são os que não querem ver;</p>
<p>— Alienação, por venda ou cedência, do património nacional: não são só as empresas, sobretudo as estratégicas, é o próprio solo, um destes dias não haverá um quilómetro quadrado em mãos portuguesas.</p>
<p>A lista podia continuar. Manda, pois, o senso comum que se escolham candidatos a eleições, sejam elas quais forem — já que é o sistema que está em vigor — quem melhor possa e queira emendar o extenso rol de desastres em que estamos metidos, para já não falar na parte financeira que é pedra de toque de tudo onde se mexer(3).</p>
<p style="text-align: center;">* * * * *</p>
<p>Gostava para finalizar que os leitores reparassem numa coisa e que é esta: nos últimos, vá lá, 45 anos, existe um facto “curioso” que é o de, praticamente, todos os cidadãos portugueses que ocuparam os cargos de presidente da República, primeiro-ministro, presidente da Assembleia da República e outros altos cargos (incluindo internacionais), terem ido a uma ou mais reuniões do “Grupo de Bilderberg”. A maior parte destes nossos compatriotas (ou terão passado a apátridas?) foram, aparentemente, escolhidos e indicados por outro compatriota nosso, chamado Pinto Balsemão (recentemente falecido), neste espaço de tempo(4).</p>
<p>Por isso não é preciso ser bruxo para se saber quem é que, à partida, irá ser (ou poderia ter sido) a próxima personalidade que se sentará em Belém.</p>
<p>Os grandes arautos do sistema democrático continuam a badalar que “o povo é quem mais ordena”.</p>
<p>Coitados, nunca andaram tão longe da verdade. E talvez nem se dêem conta.</p>
<p><strong>Brandão Ferreira</strong><br />Tenente-Coronel Piloto Aviador (Ref.)</p>
<p><span style="font-size: 10.0pt;">________________</span><br /><span style="font-size: 10.0pt;">(1) Hoje em dia perdeu-se completamente a memória do que se passou e porque é que houve tantas deserções e traições nos partidos políticos monárquicos e porque é que o Exército e a Armada Real, não defendeu a Coroa e a monarquia. Isto é, porque a deixaram cair quando a tinham jurado defender. Mas, enfim, tal representa metermo-nos por outras veredas.<br />(2) A Constituição da República escreve mesmo no seu título II (Presidente da República) o seguinte: “O PR representa a República Portuguesa, garante a independência nacional, a unidade do Estado e o regular funcionamento das instituições democráticas e é, por inerência, o Comandante Supremo das Forças Armadas”. Tudo isto está escrito de um modo deficiente, mas, enfim, é o que está escrito. E o que está escrito tem de ser cumprido.<br />(3) A economia, de que não falei, e de que muito se fala, não deve ser considerada um fim em si mesmo, deve derivar de uma política e ser instrumento de uma estratégia — não pode existir sem uma e outra; por sua vez o sistema financeiro deve ser o combustível da economia e não servir apenas para engordar banqueiros, ou para que estes mandem nos políticos. Ambos (os métodos económico e financeiro, devem ter que fazer face a preocupações sociais que possam ser sustentáveis e justas.<br />(4) Na “internet” correm listas dos participantes, que podem ser verificados. O dr. Pinto Balsemão foi, aparentemente (tem que se falar assim, pois tudo é “opaco”), também, substituído pelo dr. Durão Barroso, em 2017, ex-presidente da Comissão Europeia e regressado da “Golden Sachs”.</span></p></div>
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		<title>O SNS e o comportamento de muitos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alternativa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 04 Jan 2026 09:00:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Brandão Ferreira]]></category>
		<category><![CDATA[Centro de saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Força Aérea]]></category>
		<category><![CDATA[Hospitais]]></category>
		<category><![CDATA[Serviço Nacional de Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[SNS]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O SNS foi-se aguentando até ao governo da “geringonça”. Aí entrou em colapso. "O SNS e o comportamento de muitos" faz o ponto da situação.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><strong>A Força Aérea Portuguesa possui várias Esquadras de voo, em que todos os dias existe uma ou mais aeronaves de alerta — isto é, que estão prontas a descolar para cumprir determinadas missões, num curto espaço de tempo. Tal implica que uma equipa alargada de militares de várias especialidades esteja presente e pronta, para dar o seu apoio às tripulações, sem o que tais missões não podem ser cumpridas. O mesmo acontece com toda a estrutura de Comando e Controlo Operacional(1). — Já lá iremos ao SNS e o comportamento de muitos.</strong></p>
<p>Este estado de prontidão ocorre 24 horas por dia, 365 dias por ano. E assim deve ser.</p>
<p>Tal acontece independentemente do número de militares existente o que obriga a um esforço maior ou menor, do pessoal envolvido, em função da rotação na respectiva escala de serviço; do seu humor, ou problemas existentes. Para eles também não existe possibilidade de fazerem greve e as “baixas médicas” são controladas.</p>
<p>A falta de pessoal é uma permanente constante.</p>
<p>O seu salário ou “compensações”, tão pouco o reconhecimento público, é de molde a coadunar-se com os seus deveres, numa sociedade que, incentivada (escorada) pela Constituição da República e a demagogia política e social, só sabe reivindicar direitos e esquivar-se a deveres.</p>
<p>Resta-lhes o brio profissional e o sentimento do dever cumprido. Para muitos é curto (e é curto) e vão-se embora. Mudam de vida.</p>
<p style="text-align: center;">* * * * *</p>
<p>De há uns anos a esta parte, parte das vezes, os telejornais das oito da noite abrem, invariavelmente, com problemas alegadamente existentes nos hospitais e centros de saúde, que fazem parte do SNS, esse mesmo, o Serviço Nacional de Saúde.</p>
<p>Nos outros dias, as “notícias” são dadas misturadas com as outras.</p>
<p>Não sei se há algum conluio a níveis eventualmente diferenciados, para que as coisas se passem assim.</p>
<p>As frases mais concorridas têm a ver com o tempo que os utentes usando pulseiras de diferentes cores, esperam para serem atendidos nas urgências. Ultimamente também se ouve casos de bebés que nascem nas ambulâncias (dão a entender que são demasiados).</p>
<p>Ao redor do SNS também parece que tudo se desmorona, como são os problemas de atendimento no 112 (quer seja por telefone, de viatura ou helicóptero); os pagamentos em atrasos aos bombeiros, etc.</p>
<p>Como é que chegámos a este ponto?</p>
<p>E como é que se pode trabalhar no SNS com esta cobertura e pressão mediática, que vai ao ponto de uma simples lâmpada estar avariada num corredor, ser notícia?</p>
<p>Creio que há algumas razões “simples” de identificar, para que se tenha transformado o SNS — que julgo ter sido uma ideia bem-intencionada e uma boa ideia — no estado desgraçado em que o transformaram, sendo que os serviços prestados — da experiência e conhecimento que fui acumulando — tinham uma qualidade muito aceitável.</p>
<p>Em primeiro lugar, implementou-se o SNS sem ter em conta que só se pode ter um serviço desta natureza, que seja compatível com os excedentes que a Economia e as Finanças geram, ou seja, é necessário trabalhar, produzir e poupar, antes de o poder montar e manter; depois porque a insensatez (ou o verdadeiro “populismo”?) quis transformar o SNS numa espécie de religião, só faltava oferecer a vida eterna. Ora não se pode dar a entender que o SNS possa prometer a vida eterna, isto é, não se pode garantir que todos os doentes ou acidentados que lá entrem sobrevivam.</p>
<p>E isto não tem nada a ver com o facto de que se procure sempre a excelência dos seus serviços.</p>
<p>A seguir veio a desgraça. Não se dando conta disso, passaram a gastar à tripa forra, sem conta nem medida, e sem controlo.</p>
<p>O “sistema” endividou-se e passou-se a viver da dívida.</p>
<p>Responsáveis? As chefias e, acima delas, os governos que as nomeiam, segundo a lógica da luta político-partidária, entregando os cargos de chefia aos “boys e girls” dos partidos, o que devia ser em exclusivo por concurso público.</p>
<p>Deste modo nunca há responsabilidades, mas sim conivências.</p>
<p>Como deixou de haver “autoridade” (do latim “auctoritas”) e a cadeia hierárquica não funciona (pois anda tudo em roda livre), a função “controlo”, e outras, não existem e tudo se… descontrola.</p>
<p>Pelo meio existem interferências de “ordens” e “sindicatos”, “comissões disto e daquilo”, etc., normalmente com agendas próprias, que desestabilizam ainda mais todo o sistema. A situação piora quando os sindicatos são correias de transmissão de partidos políticos — o que devia ser proibido por lei — em vez de organizações livres, de trabalhadores (ou como agora se diz, colaboradores).</p>
<p>A “Concertação Social” foi coisa que nos últimos 50 anos praticamente nunca existiu, em Portugal, embora passem a vida a falar nela…</p>
<p>E outra coisa que era preciso controlar no SNS eram os horários (até para garantir exclusividade no serviço); furtos; baixas médicas e pertinência dos exames pedidos. Para já não falar em “serviços extra” ou fora das normas, ou simplesmente ilegítimas, cujos expoentes vieram a ser o escandaloso caso das gémeas brasileiras (feitas à pressa portuguesas!) e os honorários pornográficos auferidos por médicos que fizeram intervenções cirúrgicas cuja origem ninguém sabe aparentemente explicar.</p>
<p>Finalmente, nota-se que grande parte dos agentes intervenientes em todo o descalabro conhecido, têm uma relação com a verdade (isto é, com a realidade e pertinência dos factos e intenções) assaz difícil e controversa. Aguardamos em jubilosa esperança, o que a actuação do juiz Carlos Alexandre irá trazer à superfície.</p>
<p>E pelos vistos poucos se atrevem a explicitar e apresentar soluções, para o que é espelhado pela comunicação social. O máximo que se atrevem a fazer é atacarem efeitos e não causas. E pedir mais meios.</p>
<p>Ora o que é preciso não são meios, são reformas e chefes com autoridade e competência para as implementar.</p>
<p>E tem que se entender uma vez por todas que a “autoridade” não tem nada a ver com ditadura ou democracia, ou o que se queira inventar; a autoridade existe, ou não existe! E se em democracia não existir autoridade, ela virá com uma ditadura…</p>
<p>Aparentemente ninguém sabe o que fazer.</p>
<h3>O SNS e o comportamento de muitos</h3>
<p>O SNS foi-se aguentando até ao governo da “geringonça”. Aí entrou em colapso.</p>
<p>Porquê, perguntarão?</p>
<p>Creio que por duas razões principais. A primeira, a do PS (isto é, a ala “esquerdopata” do PS) ter de agradar aos indescritíveis PC (P) e BE, seus parceiros na coligação governamental, na questão da redução do horário de trabalho de 40 para 35 horas semanais. Ora para manter tudo a funcionar como do anterior era necessário contratar mais pessoal, logo aumentar a despesa; depois há pouca gente para contratar.</p>
<p>A segunda teve a ver com a necessidade de conter a despesa (e a dívida) para responder às exigências orçamentais de “Bruxelas”. Uma das medidas tomadas foi a de reduzir o número de horas extraordinárias, nomeadamente nas urgências. Ora fazer horas extraordinárias era uma maneira de médicos e enfermeiros aumentarem o seu pecúlio ao fim do mês. E não era pouco.</p>
<p>Isto provocou, certamente, a saída de muitos profissionais a que se juntaram outras saídas para a reforma, para o privado (onde ganham mais) e para a “moda” da emigração, o que não tem sido contrariado de nenhuma forma.</p>
<p>A diminuição de profissionais começou a pôr em causa o funcionamento dos serviços e, nomeadamente, das urgências e mais numas especialidades do que noutras. Parece que a obstetrícia é aquela onde a situação é mais grave.</p>
<p>Em face disto as autoridades de saúde ou o governo (parece que tem tudo de passar pelo governo!) começam a rever a contabilidade das horas extraordinárias e — pior — passaram a contratar à hora, médicos fora do SNS (criaram-se da noite para o dia uma espécie de “bolsas” de médicos disponíveis para tal) por um preço superior ao daquelas!</p>
<p>A complicar tudo, isto os últimos governos, sobretudo — mais uma vez a “geringonça” — no tempo do dr. Costa como chefe de governo (muito apoiado pelo, ainda, inquilino de Belém) deixou, isto é, incentivou a fixar-se nos nossos 92.000 Km<sup>2</sup>, mais de dois milhões de alienígenas (que nunca, repete-se, nunca, deviam cá ter entrado, e devem “remigrar”) que invadiram(2) — é o termo — este desgraçado país e, naturalmente, submergiram o SNS.</p>
<p>O cúmulo desta “invasão”, é o facto de se terem estabelecido (como foi possível?) um corrupio de mulheres grávidas estrangeiras a fazer “turismo de saúde” (parece que começou com cidadãs angolanas), que saem do aeroporto para irem parir no SNS, que paga tudo e não pergunta nada!</p>
<p>Este é um exemplo — entre muitos — que fazem o Estado português estar a ficar ao nível de uma qualquer “república das bananas”.</p>
<p>Como se deixou descontrolar também o turismo e os acidentes de viação, e de trabalho, que não param de aumentar, tudo isto também aumenta o “<em>stress</em>” sobre o SNS.</p>
<p>Ora como é natural e legítimo, os senhores doutores e enfermeiros quererem ir de férias, gozarem fins-de-semana ou participarem em simpósios ou outras actividades (que também são necessárias à sua actualização profissional) — o que se torna crítico no Verão, nos feriados e na época do Natal e da Páscoa — é “natural” que faltem equipas para manter as urgências a funcionar.</p>
<p>Nascerem crianças nas ambulâncias nem sequer é grave, pois tal pode acontecer e o serviço existe também para isso.</p>
<p>E como não há a tal autoridade, ninguém se atreve a dizer a ninguém que só se pode ir de férias quando é possível, não quando cada um quer. Afinal a primeira letra do SNS significa “Serviço”.</p>
<p style="text-align: center;">* * * * *</p>
<p>Por isso nas Esquadras da Força Aérea aguenta-se o “serviço” até ao limite das possibilidades ou, até, para além dele (como já aconteceu). E como os “civis” não conseguem resolver os seus problemas, ainda têm que ir ajudar em missões que não lhes dizem respeito, como foi o recente caso da falta de helicópteros do INEM; distribuir vacinas; apagar fogos; etc.</p>
<p>E não se lhes paga horas extraordinárias, seja em que circunstância for (e fico por aqui).(3)</p>
<p>Não serve de nada fritar os miolos às pessoas com as notícias diárias sobre o SNS ou aturar as discussões, o mais das vezes estéreis e ordinárias, do parlamento.</p>
<p>Há que fazer análises sérias sobre a realidade das coisas e deixar a ideologia ou interesses partidários de fora (o que se tem revelado impossível), a fim de tomar decisões realistas e justas.</p>
<p>E se o sistema político se mostra incapaz de resolver o futuro do país, por incompetência, má organização e, ou, está bloqueado na sua acção e resultantes, só há uma coisa a fazer, é reformá-lo de alto a baixo.</p>
<p>E já vai muito tarde.</p>
<p><strong>Brandão Ferreira</strong><br />Tenente-Coronel Piloto Aviador (Ref.)</p>
<p><span style="font-size: 10.0pt;">________________</span><br /><span style="font-size: 10.0pt;">(1) O mesmo acontece em outras áreas do Estado, onde profissionais cumprem tipos de operação semelhante.<br />(2) As razões e as diligências efectuadas para esta “invasão”, que vai acabar rapidamente com a Nação dos Portugueses, não foram explicitadas e estão longe de serem percebidas pelos descendentes dos “íncolas primeiros”.<br />(3) E bem, pois os militares vivem e actuam segundo as regras e vínculos da “Condição Militar”.<br /></span></p></div>
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		<title>O cartaz do Chega</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alternativa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Dec 2025 09:00:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Brandão Ferreira]]></category>
		<category><![CDATA[Cartaz]]></category>
		<category><![CDATA[Chega]]></category>
		<category><![CDATA[Ciganos]]></category>
		<category><![CDATA[Estado de direito]]></category>
		<category><![CDATA[Nómadas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O cartaz do Chega, dedicado àquelas pessoas que a democracia quer proibir que sejam mencionadas, tem e vai continuar a ter razão de existir.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://alternativaportugal.org/o-cartaz-do-chega/">O cartaz do Chega</a> aparece primeiro em <a href="https://alternativaportugal.org">Alternativa Portugal</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="et_pb_section et_pb_section_2 et_pb_with_background et_pb_inner_shadow et_section_regular" >
				
				
				
				
				
				
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><strong>Polémicas à parte, o cartaz do Chega relativamente àquelas pessoas que, de há uns tempos a esta parte, não se podem mencionar, não era lá muito feliz.</strong>(1)</p>
<p>Em primeiro lugar, por parecer uma evidência, em que o senhor de “La Palisse” não diria melhor. Mas parte dos políticos portugueses e, pelos vistos, os profissionais da “justiça” portuguesa, não conseguem ver ou admitir a “evidência”.</p>
<p>Depois porque deixa outros grupos sociais ou simples cidadãos de fora.</p>
<p>Mas, na realidade, toda a gente sabe que as pessoas deste “grupo étnico” — agora existe um grupo étnico na sociedade portuguesa? Será que os transmontanos vão ser chamados de Celtas ou os minhotos, de Suecos? — não tem uma relação “amistosa” com a lei ou a sociedade portuguesa, onde nunca se quiseram integrar.</p>
<p>Mas, de facto, “eles” (pois de facto há um “nós” e um “eles”) comportam-se como um grupo étnico diferenciado, que não se integra (nem se quer integrar), mesmo com as mais-valias com que têm sido mimoseados e não merecem. E nada fazem por merecer.</p>
<p>Provavelmente por isso, as leis portuguesas (ou outras) não lhes digam nada. E fogem delas como a diabo da cruz. Só que o diabo pode ser exorcizado, os ciganos, pelos vistos, não. O cartaz era discriminatório? Era. Mas apenas aparentemente, pois não passa de ser resposta à discriminação positiva com que os ciganos têm sido contemplados e não são — reafirma-se — merecedores nem agradecidos. Aponta-se o dedo, mas a realidade existe.</p>
<p>E se não se querem integrar só têm uma coisa a fazer, é desaparecerem de cá e regressarem ao norte da Índia, de onde os seus antepassados longínquos se crê terem fugido. E nós não temos culpa nenhuma disso.</p>
<h3>O cartaz do Chega</h3>
<p>Por isso o “Chega” devia ter antes colocado um outro cartaz a dizer “um olho no burro e outro no cigano. Aforismo popular”.</p>
<p>Como o termo “popular”, diz respeito a muitos (logo, é democrático), além de vir das profundezas do saber empírico dos séculos, nenhum meritíssimo, venerando ou colendo juiz, se atreveria a condená-lo…</p>
<p>E, independentemente da liberdade de expressão — que, de facto, não deve ser ofensiva nem aldrabona — o que parece deduzir-se deste caso, como importante, é se a afirmação feita (“os ciganos têm de cumprir a lei”) é pertinente ou não e, naturalmente, verdadeira — note-se que o tribunal não condenou o cartaz por ser falso!(2)</p>
<p>Ora, relativamente à pertinência — que não parece ser contestável, e está à vista de todos — é mister apurar-se porque é que o cumprimento da lei não é levado a sério nem a efeito!</p>
<p>Convém ainda mencionar os desacatos reportados (e reiterados) em hospitais, centros de saúde, quartéis de bombeiros, ocupações ilegais de casas, venda de produtos contrafeitos em feiras ou pelas ruas; número de presos por tráfico de droga, etc., tudo feito em bando, para já não falar nas contendas violentas, amiúde com armas de fogo, entre famílias desavindas — tudo largamente mencionado nos “<em>media</em>”, sempre com o “cuidado” de nunca pronunciarem a palavra que traduz “Roma”, “calés” (ou “calos”), “gitanos”, “quicos”, “calons” ou “boémios”, como também são conhecidos (as forças de segurança até lhes passaram a chamar “nómadas”…). E como se sabe, a maioria não tem morada fixa, nem trabalho conhecido(3), nem matriculam os miúdos na escola (como pagarão impostos?). E muitos matriculam os filhos na escola, mas é quase como se estes lá não estivessem, pois para além do tratamento ser em geral diferente, o absentismo é enorme; são retirados quando o “pater familiae” o entende, para além do que a matrícula funciona para poderem receber os subsídios da Segurança Social e os alimentos da “Caritas”.</p>
<p>O grau de civilização desta gente ainda está ao nível do clã e não sei se chega à tribo.</p>
<p>Mas, de tudo isto, fogem as “autoridades” — que de autoridade não têm nada — como o demo, do sinal sagrado de Nosso Senhor Jesus Cristo. E não têm vergonha nenhuma na cara.</p>
<p>De que lado está o preconceito? Ou dito de outra maneira, onde mora o preconceito?</p>
<p>É pois crível afirmar que, para além da desqualificação ética e moral em que a sociedade se tem vindo a transformar e a falência do que chamam “Estado de direito democrático” (que tem sido uma ficção), as “autoridades”, onde se incluem os membros do tribunal que julgou este “caso”, tenham é um medo quase epidérmico de levar uma tareia de criar bicho, ao virar da esquina, ou vejam as suas viaturas com cinco amolgadelas por decímetro quadrado de chapa e vidro, caso decidam intervir para pôr esta gente na ordem (e, já agora, não são os únicos).</p>
<p>Infelizmente o cartaz do Chega não devia ter tido razão de existir. Mas teve. E vai continuar a ter.</p>
<p><strong>Brandão Ferreira</strong><br />Tenente-Coronel Piloto Aviador (Ref.)</p>
<p><span style="font-size: 10.0pt;">________________</span><br /><span style="font-size: 10.0pt;">(1) Declaração de interesse: as minhas intervenções nunca visam apoiar ou não, seja que “partido” for”, pela simples razão que não gosto de nenhum “partido”; melhor dizendo não gosto da existência de “partidos”. Enquanto houver “partidos”, não pode haver “país”&#8230;<br />(2) Se, por acaso, a frase tivesse um ponto de interrogação no final, também teria sido condenada ou retirada? E se a frase fosse “os ciganos não têm de cumprir a lei?”.<br />(3) Mais uma vez temos que aludir a um aforismo popular que reza assim, “quem cabritos vende e cabras não tem, de algum lado vem”.<br /></span></p></div>
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				<div class="et_pb_code_inner"><div class="heateor_sss_sharing_container heateor_sss_horizontal_sharing" data-heateor-ss-offset="0" data-heateor-sss-href='https://alternativaportugal.org/o-cartaz-do-chega/'><div class="heateor_sss_sharing_ul"><a aria-label="Facebook" class="heateor_sss_facebook" href="https://www.facebook.com/sharer/sharer.php?u=https%3A%2F%2Falternativaportugal.org%2Fo-cartaz-do-chega%2F" title="Facebook" rel="nofollow noopener" target="_blank" style="font-size:32px!important;box-shadow:none;display:inline-block;vertical-align:middle"><span class="heateor_sss_svg" style="background-color:#0765FE;width:70px;height:35px;border-radius:3px;display:inline-block;opacity:1;float:left;font-size:32px;box-shadow:none;display:inline-block;font-size:16px;padding:0 4px;vertical-align:middle;background-repeat:repeat;overflow:hidden;padding:0;cursor:pointer;box-sizing:content-box"><svg style="display:block;" focusable="false" aria-hidden="true" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" 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		<title>25 de Novembro: uma data falhada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alternativa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Nov 2025 10:00:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Brandão Ferreira]]></category>
		<category><![CDATA[25 de Novembro]]></category>
		<category><![CDATA[extrema-esquerda]]></category>
		<category><![CDATA[golpe militar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Andam por aí uns mistificadores a dizer que a data do 25 de Novembro, não deve ser comemorada; outros consideram-na uma data falhada. </p>
<p>O conteúdo <a href="https://alternativaportugal.org/25-de-novembro-uma-data-falhada/">25 de Novembro: uma data falhada</a> aparece primeiro em <a href="https://alternativaportugal.org">Alternativa Portugal</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><strong>Apareceram por aí uns mistificadores a dizer que a data do 25 de Novembro (de 1975), não deve ser comemorada. Quer dizer, lembrada. Que não se devem evocar datas (isto é, eventos) que dividem, apenas as que unem; que não deve haver aproveitamentos políticos… Outros consideram o 25 de Novembro uma data falhada.</strong></p>
<p>Quem assim fala deve julgar que a maioria dos portugueses têm uma massa encefálica do tamanho de uma ervilha; má consciência e, ou, deve querer reescrever o que verdadeiramente se passou.</p>
<p>Também passou a circular e a ser dito — por norma, iniciativa de quem se opunha aos mistificadores — que não fora o 25 de Novembro, não teria sido possível que Abril vingasse. O que é verdade. Chamo a atenção, porém, que o 25 de Novembro só ocorreu porque tinha havido o 25 de Abril&#8230;</p>
<h3>25 de Novembro: uma data falhada</h3>
<p>O 25 de Novembro (de 1975) é uma data histórica, porque a sua importância lhe confere relevância histórica.</p>
<p>As datas históricas devem ser estudadas, compreendidas e lembradas, sobretudo as mais recentes pois estão vivas na memória e porque condicionaram e condicionam, o nosso devir.</p>
<p>Para já não falar naquilo que é necessário aprender com o que de bom e mau ocorreu e suas consequências para o futuro. Não é para o passado.</p>
<p>As datas que são consideradas as mais importantes podem passar até a ser consideradas de tal relevância que justifiquem serem consideradas feriados municipais ou nacionais. Não é o caso.</p>
<p>Ora o que se passou por alturas do 25/11 foi um confronto político e social de cariz violento, entre nacionais, que poderia ter degenerado numa guerra civil. E não há <strong>pior guerra</strong> que a “civil”.</p>
<p>Do confronto havido resultaram “apenas” três mortos (militares), mas podia ter havido um banho de sangue.</p>
<p>Aqueles que estiveram do lado perdedor da contenda — leia-se PCP, grupos de extrema-esquerda, que mais tarde confluíram maioritariamente no BE, e seus apoiantes — (e perderam assaz de pouco, aliás, não sendo devidamente castigados), seus “descendentes” e alguns ingénuos úteis, não querem agora, que se fale na data(1).</p>
<p>Uns &#8220;iluminados&#8221; que pretenderam, pela via do golpe, instaurar um regime totalitário com bastas provas de malignidade pelos exemplos que infelizmente campearam pelo mundo!</p>
<p>Imaginem, por um momento apenas, que tinha sido ao contrário.</p>
<p>Alguém acredita que se o resultado fosse o oposto, hoje não estaríamos (os sobreviventes) a pular de contentes em cima das campas de centenas ou milhares de mortos e incontáveis depredações?</p>
<p>E sendo contidos, veio um arauto &#8220;moderado&#8221; (moderado?) de sua graça Melo Antunes, que morreu coronel do exército, afirmar nas pantalhas da televisão que o partido comunista fazia falta à democracia! Ouviram bem? A propósito de quê? Um partido que durante décadas se comportou como correia de transmissão do partido comunista da União Sovética — potência arqui-inimiga de Portugal — e que te subvertido e infernizado a vida política e social no nosso país até hoje?</p>
<p>Observem o que se está a passar em Espanha com a inacreditável “Lei da Memória Histórica” onde se tem subvertido tudo o que se passou aqui mesmo ao nosso lado, e tudo feito pelas forças políticas que saíram derrotadas na hedionda guerra civil entre 1936 e 1939, e que chegou ao ponto execrável e infamante da exumação e transladação dos restos mortais do general que comandou as forças vencedoras.</p>
<p>Gesto que desqualificou o actual regime espanhol, tanto em termos políticos, como sociais e humanos.</p>
<p>Imaginem se acaso um qualquer governo português em vez de oferecer os ossos de D. Pedro IV (vencedor da guerra civil, entre 1828-1834) ao Brasil, os tivesse retirado da tumba para os deitar ao mar…</p>
<p>Mas então não se pode comemorar o 25/11, mas pode-se evocar o 31 de Janeiro (de 1891), por exemplo?(2)</p>
<p>Fazer do 5 de Outubro de 1910 (não o de 1143!) feriado nacional?</p>
<p>A revolta republicana, manchada por um crime de sangue e baseada em violência gratuita e golpista, feita por sociedades secretas, uniu o país? Ainda une?</p>
<p>Afinal o agora tão mediaticamente odiado “Estado Novo” fez bem ou mal em nunca ter feito da data de 28 de Maio (de 1926) feriado nacional? E à medida que se institucionalizou ter deixado esmorecer as “comemorações”?</p>
<p>Não chega já terem destruído o ensino da História e encher os manuais escolares de mentiras e enquadramentos surrealistas?</p>
<p>E vamos lá directos à questão primordial: o próprio 25 de Abril é uma data consensual? Deixem-me rir.</p>
<p>Um golpe preparado em cima do joelho, que nem sequer reparou que havia um dia seguinte; que nunca cumpriu nada do manifesto com que se apresentou à Nação; cujos autores perderam o controlo dos acontecimentos no próprio dia do golpe; que destruiu num fósforo a coesão das Forças Armadas, que tinham 169.000 homens em pé de guerra, a combater uma guerra de guerrilha em três frentes (fora o resto); que deixou a rua tomar conta do poder; que passou a fazer uma quantidade de coisas que afirmava condenar no regime então deposto; que provocou o maior desastre e a derrota mais vergonhosa e humilhante em toda a História de Portugal; que fez com que no espaço de pouco mais de um ano a Nação dos Portugueses se visse amputada de 95% do seu território e 60% da sua população de uma forma infame e traumática, deixando sementes de destruição que resultaram em guerras civis por décadas em quase todos os territórios que abandonámos à turbamulta comunista, anarquista e tribalista, de que resultaram mais de dois milhões de mortos e desgraça generalizada que dura até aos dias de hoje, uma data desta pode ser considerada consensual? Digna? Justa? Um exemplo?</p>
<p>Deram-nos a liberdade? Qual, a de fazer asneiras e poucas vergonhas?</p>
<p>O que aconteceu foi apenas causado “por excessos que sempre ocorrem em períodos revolucionários” como uma cáfila de desavergonhados por aí berram, desculpando a coisa?</p>
<p>E agora aqueles ainda vivos, e seus descendentes ideológicos, que têm gravosas culpas em tudo o que se passou, querem branquear, censurar, quiçá proibir, que se comemore as acções daqueles que, mesmo depois do maior mal já estar feito, conseguiram colocar um “alto ao saque”?</p>
<p>Ora ganhem tino!</p>
<p>O 25 de Abril é que une e não divide?</p>
<p>Então faz-se um golpe de Estado (presumo que não era para ser uma revolução…), para depois deixar cair o país na anarquia, entregá-lo à escória, aos traidores, aos loucos e tarados ideológicos; à mole de frustrados, oportunistas ou simples delinquentes, que destruíram o tecido produtivo e as finanças; desbarataram o que tinha sido amealhado durante décadas; escavacaram a ordem política, social e até psicológica; prenderam e exilaram milhares de compatriotas e puseram o país virado do avesso, à beira de uma guerra civil, no Continente e Ilhas, e os trogloditas que contribuíram largamente para este descalabro, próprio de uma cultura canibal, não querem que se lhes atribua responsabilidades e que as novas gerações disso se apercebam?</p>
<p>E ainda temos de ouvir, hoje em dia, ouvir tecer loas despudoradas, nos écrans das televisões, de que somos servidos, quando morre um drogado qualquer que se distinguiu nas cantorias de intervenção e outras “artes antifascistas&#8221;, ou uma nulidade de pensamento cujo critério mais destacado foi a sua “coerência”, no erro?!</p>
<p>Para já não falar nos grandes lutadores da “liberdade”. Da liberdade?</p>
<p>Onde? Em Cuba? Na China? Na União Soviética? Na Coreia do Norte? Na Albânia? Talvez no Camboja do Pol Pot…</p>
<p>Devo continuar?</p>
<p>Por isso essa patranha dos consensos (neste âmbito) não existe, não existirá, nem deve existir.</p>
<p>Tem é de haver rupturas; separação de águas; julgamentos não só da História, mas em tribunais; proibição de grupos defensores de ideologias ou regimes totalitários; combate ideológico, etc.. Coisas bem arrumadas.</p>
<p>Foi isto também, que o 25 de Novembro não soube fazer, comprometendo o futuro do país. Por isso foi uma data falhada.</p>
<p>E com a emergência serôdia, da “geringonça” mal-amanhada e espúria, estivemos perigosamente a voltar ao 24 de Novembro de 1975.</p>
<p>Convém não andar distraído.</p>
<p>A história dos povos não se pode construir sobre erros, mentiras e equívocos. E, acreditem ou não, essa é uma primordial razão porque Portugal não sai da cepa torta, sendo que, actualmente, estamos (como comunidade autónoma) metidos numa espécie de eutanásia colectiva gigantesca.</p>
<p>Haja Deus.</p>
<p><strong>Brandão Ferreira</strong><br />Tenente-Coronel Piloto Aviador (Ref.)</p>
<p><span style="font-size: 10.0pt;">________________</span><br /><span style="font-size: 10.0pt;">(1) A excepção foi o MES (Movimento de Esquerda Socialista), que veio a aderir ao PS e a tomá-lo por dentro. E também não querem que se comemore…<br />(2) O 31 de Janeiro é considerado por muitos até o “Dia do Sargento”, quando foi precisamente um sargento que denunciou a revolta às autoridades…</span></p></div>
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		<title>O &#8220;negócio&#8221; dos incêndios</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alternativa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Aug 2025 08:00:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Brandão Ferreira]]></category>
		<category><![CDATA[Bombeiros]]></category>
		<category><![CDATA[florestas]]></category>
		<category><![CDATA[Fogos florestais]]></category>
		<category><![CDATA[Incêndios]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal a arder]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Se a água lançada sobre os fogos fosse equivalente à torrente de palavras ditas e artigos escritos, o “negócio” dos incêndios não existiria.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><strong>Se a quantidade de água lançada sobre os fogos fosse equivalente à torrente de palavras, artigos, entrevistas e acções mediáticas que sobre a temática em questão já foram ditas, escritas e efectuadas, certamente que o “negócio” dos incêndios não era questão e viveríamos sem labaredas nas próximas décadas. O problema é que às palavras da boca para fora não se seguem as acções adequadas.</strong></p>
<p>Com isto dito pareceria sensato abster-me de verter no papel uma qualquer outra verborreia. E no entanto, é isso o que fazemos. A razão é simples: pensamos que apesar de tudo o que tem sido dito, 90% aplica-se a efeitos e não a causas e por isso não há soluções que resultem.</p>
<p>E, demos conta, que no fim de cinco décadas em que passou a haver incêndios a eito (eis a primeira reflexão a ter em conta!), só o ano passado houve a coragem de pôr o dedo nalgumas feridas.</p>
<p>Devemos começar por referir algumas evidências:</p>
<p>Desde sempre que houve florestas; desde sempre que houve pessoas — e o seu grau de educação sempre tem evoluído; sempre houve pirómanos e desequilibrados; sempre houve calor e outros fenómenos meteorológicos propiciadores a fogos; as preocupações com o ambiente têm aumentado (e bem) exponencialmente; os meios tecnológicos à disposição são cada vez mais e melhores, etc., tem havido tudo isto, mas o número de incêndios florestais (é desses que estamos a tratar), não cessa de aumentar!</p>
<p>Outra constatação é que se trata de um fenómeno complexo e interdisciplinar (e por isso interministerial) e é tendo isto em conta que deve ser tratado. Aparentemente as investigações feitas a nível da Polícia Judiciária, não revelaram até agora nenhuma teia de nexos. Provavelmente a razão está no que dissemos atrás: não haverá apenas uma “teia”, mas várias&#8230;</p>
<p>Julgamos que a principal razão que leva a este aumento de fogos, cuja esmagadora maioria vem a público como tendo origem criminosa — embora sempre difusa — tem a ver com “negócios” a que se convencionou chamar “o negócio do fogo”, ou “a indústria do fogo”. Ou seja, quanto mais dinheiro o governo anunciar que vai injectar no combate aos fogos, mais fogos irá haver&#8230;</p>
<h3>O &#8220;negócio&#8221; dos incêndios</h3>
<p>Sem querermos referir dados concretos iremos dissertar sobre algumas áreas onde o “negócio” do fogo pode ter lugar e noutras onde o “combate” não se está a fazer com a desejada eficácia. O assunto é melindroso, mas tem de ser tratado. Não se pretende lançar acusações ou generalizar, mas é preciso “podar os ramos podres” para não matar a árvore. A pergunta tem que ser posta e é esta: a quem interessará o fogo?</p>
<p>Eis algumas hipóteses sem preocupação de hierarquia:</p>
<p>— Ao “negócio” da compra e venda da madeira: a madeira queimada é mais barata, dá lucros a curto prazo, mas é suicidária a longo prazo;</p>
<p>— Às celulosas, no sentido em que poderão querer promover a substituição do coberto vegetal por outro de crescimento mais rápido e melhor para o negócio do papel;</p>
<p>— À especulação imobiliária, no sentido de favorecer o “negócio” da compra e venda de propriedades;</p>
<p>— Ao “negócio” da caça privada versus caça pública, atente-se às polémicas havidas;</p>
<p>— Ao “negócio” das indústrias relacionadas com o combate a fogos, viaturas, equipamentos diversos, extintores, compostos químicos, etc., alguns dos quais estão relacionados com elementos da própria estrutura de comando de bombeiros (como chegou a vir a público no passado);</p>
<p>— Ao “negócio” dos meios aéreos para combate a incêndios. Este negócio disparou nos últimos anos. Até ao governo do eng. Guterres a maioria dos meios aéreos envolvidos pertencia à Força Aérea (FA), que tinha gasto nos anos 80, cerca de 200.000 contos em equipamentos.</p>
<p>Nessa altura, cremos que em 1997, o então secretário de Estado Armando Vara entendeu (vá-se lá saber porquê!)<sup>(1)</sup>, que não competia à FA intervir nos incêndios mas sim que deveriam ser contratadas empresas civis. Compreende-se mal esta atitude a não ser pela sanha existente por parte da maioria dos políticos em menorizar os militares e as Forças Armadas. Certo é, também, que a FA não paga comissões.</p>
<p>No meio disto tudo — o que acresce à complexidade —, há um sem número de hipóteses de mão criminosa que passa por vinganças pessoais; as consequências da última lei sobre baldios; queimadas mal feitas ou ilegais; pirómanos (e alguns irão porventura parar aos bombeiros), questões derivadas de heranças e os eternos descuidos e negligências.</p>
<p>Os investigadores têm, como podem os leitores aperceber-se, muito por onde se entreter&#8230;</p>
<p>No campo da prevenção e combate tem reinado a confusão, o “complexo de quinta” e a inadequação.</p>
<p>Nesta última encontram-se as leis e o processo de as aplicar e julgar. Falar sobre isto exigiria um tratado. Em síntese, as competências entre ministério público, tribunais e polícias tem provado nas últimas décadas ser de uma grande ineficiência e fonte de problemas; o Código Penal e o Código de Processo Penal favorecem os criminosos, castigam o cidadão honesto e prejudicam o trabalho da polícia e, a montante de tudo isto e envolvendo-o como um espartilho, existe uma contumaz subversão da autoridade.</p>
<p>Ora urge fazer leis que ponham regras à venda de madeira queimada; no plantio de coberto vegetal; à obrigatoriedade da limpeza das matas e abertura de aceiros; à proibição de qualquer tipo de construção em área ardida durante “x” anos; à equidade na distribuição de terrenos destinados à caça e mais um sem número de coisas relacionadas com esta questão. E, claro, é necessário expeditar a constituição e resolução de processos e julgar e penalizar todo o indivíduo ou organização que tenha cometido um ilícito. E de não os soltar logo a seguir.</p>
<p>A estrutura da protecção civil que coordena o combate aos incêndios prima sobretudo pela falta de clareza. Isto é, não estão devidamente atribuídas responsabilidades de comando de que resulta uma evidente dificuldade na atribuição de meios e prioridades e no apuramento de responsabilidades. Para melhorar esta área torna-se necessário combater o “complexo de quinta” (muito arreigado!) e arranjar uma estrutura com comando centralizado e execução descentralizada; estabelecimento eventual de níveis diferenciados de decisão e linhas claras de autoridade. O afastamento dos militares de toda esta estrutura foi um erro crasso que após a &#8220;débacle&#8221; do ano de 2003, já foi parcialmente corrigido.</p>
<p>Temos a seguir o problema dos bombeiros. Os bombeiros sendo os “soldados da paz” (parece que só se pode criticar os soldados da “guerra”&#8230;), pelos serviços prestados e pela maioria ser voluntária goza de natural prestígio em toda a população. E têm estado até há pouco acima de qualquer crítica. Ora ninguém nem nenhuma corporação deve estar acima de qualquer crítica. O Estado tem-se valido do elevado número de corporações voluntárias para poupar nos sapadores, profissionais. Ora as exigências da sociedade actual não se compadecem com este estado de coisas. Acresce que qualquer pessoa pode ser “comandante” de um quartel de bombeiros voluntários e que a instrução e disponibilidade deixam muito a desejar. Basta aliás olhar para o fardamento e atavio para se duvidar da operacionalidade existente. Há pois que impôr alguma ordem neste estado de coisas.</p>
<p>Finalmente os meios aéreos. Somos de opinião que os meios de combate a incêndios devem estar na FA. Só quando estes forem insuficientes se devem alugar outros. Haverá apenas que compatibilizar as exigências e sazonabilidade desses meios com as condicionantes operacionais e de dispositivo militar. Mas isso não parece ser obstáculo intransponível. Acordos de cooperação entre países amigos poderão e deverão ser feitos para optimizar os recursos.</p>
<p>Os incêndios são a todos os títulos uma calamidade para Portugal que se repetem numa cadência previsível.</p>
<p>Por isso não se entende o descaso, a incompetência e a falta de vontade política que os sucessivos governos têm demonstrado face a tão gravosa situação. Parece que criámos um sistema político e uma sociedade que convive com todos os problemas e tolera todos os vícios. E não resolve nenhum.</p>
<p><strong>Brandão Ferreira</strong><br />Tenente-Coronel Piloto Aviador (Ref.)</p>
<p><span style="font-size: 10.0pt;">________________</span><br /><span style="font-size: 10.0pt;">(1) Apesar de constar nas missões secundárias da FA e o secretário de Estado não ter competência para as mudar&#8230;</span></p>
<p><span style="font-size: 10.0pt;">NOTA: Nos últimos tempos creio que alguma melhoria existiu sobretudo na organização e comando e controlo dos meios, na Autoridade Nacional de Emergência e Protecção Civil, fruto certamente da influência dos militares para lá destacados e cuja acção não parece estar a ser sabotada a alto nível, como ocorreu no passado. E tem-se conseguido pôr um pouco de ordem nos corpos de bombeiros voluntários — que no cômputo geral e desde há décadas, pareciam estar mais do lado do problema e não da solução — o que parece estar a gerar uma reacção (pelos indícios já vindos à tona) a que em linguagem popular se designa por “excesso de zelo”, “braços caídos” ou “resistência surda”. Parece que agora estão sempre a “aguardar ordens”…<br />O ponto fulcral de toda a questão, que é a <span style="text-decoration: underline;">repressão e castigo de quem prevarica</span> — desde há alguns anos a esta parte a Polícia Judiciária passou a prender dezenas e dezenas de pirómanos (será que do anterior não tinham ordens para o fazer?) e nada acontece. Nem quase nunca (pelo menos que se saiba) se chega à mão que paga…<br />Será que chamar os nomes às coisas põe em causa o “Estado de Direito democrático”, apregoado em loas quase diárias?<br />Os incêndios só raramente têm causas naturais e, seguramente, nada têm a ver com as hipotéticas alterações climáticas!</span></p></div>
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		<title>Nos 55 anos da morte de Oliveira Salazar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alternativa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 27 Jul 2025 08:30:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Brandão Ferreira]]></category>
		<category><![CDATA[António de Oliveira Salazar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os homens de génio aparecem esporadicamente, às vezes com intervalo de séculos... Nos 55 anos da morte de António de Oliveira Salazar.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://alternativaportugal.org/nos-55-anos-da-morte-de-oliveira-salazar/">Nos 55 anos da morte de Oliveira Salazar</a> aparece primeiro em <a href="https://alternativaportugal.org">Alternativa Portugal</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><strong>No seu discurso de tomada de posse como Presidente do Conselho de Ministros, em 26 de Setembro de 1968, Marcello Caetano disse: “Os homens de génio aparecem esporadicamente, às vezes com intervalo de séculos&#8230;” E continuava, “o País habituou-se durante largo período a ser conduzido por um homem de génio. De hoje por diante tem de adaptar-se ao governo de homens como os outros.” Nos 55 anos da morte de António de Oliveira Salazar. (Vimieiro, 28 de Abril de 1889 — Lisboa, 27 de Julho de 1970).</strong></p>
<p>Não sabemos ao certo qual o grau de sinceridade com que o Professor Marcello Caetano (que cedo se autoconstituiu como “delfim” do “velho Mestre”) pronunciou a frase — estimo que elevada — mas certamente não imaginaria quão certeiras as suas palavras se revelariam no futuro, logo relativamente a ele próprio e seus colaboradores, e a médio e longo prazo no descalabro que o país viveu após o <a href="https://alternativaportugal.org/25-de-abril-uma-historia-negra/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">25 de Abril de 1974</a> e lideranças subsequentes.</p>
<p>É certo que Marcello Caetano também afirmou e cito “a normalidade das instituições assenta nos homens comuns”, o que parece uma afirmação verdadeira e sensata, mas que, pelos vistos no nosso caso português, está longe de servir para funcionar, sobretudo enquanto estivermos sob a tutela de um regime que não é carne nem peixe, abandalhado, baseado na emanação do que sai dos partidos políticos, organizações cujo funcionamento as torna perfeitamente medíocres e desprezíveis.</p>
<p>Constatação, aliás, por várias vezes aludida (e explicada), pelo grande varão português, nascido, no Vimieiro, em 1889.</p>
<p>Salazar falava pouco, mas toda a gente o ouvia (ao contrário do que se passa hoje em dia) e, apesar de poucos entenderem o profundo significado do que dizia, todo o mundo percebia o que ele queria. Ao contrário de Marcello Caetano (que inaugurou as conversas em família, pela TV), que falava de modo a todos o entenderem, mas poucos conseguiam perceber o que ele queria ou para onde ia.</p>
<p>Salazar, se tinha dúvidas, guardava-as para si; Marcello Caetano expunha-as e, não poucas vezes, instalava-as. O caso do futuro do Ultramar foi, a esse nível, o expoente maior e que deitou tudo a perder.</p>
<p>Tal resultava também de uma outra grande diferença com Oliveira Salazar, este pensava na dúvida e actuava com Fé; ora acredito que Marcello Caetano fazia exactamente o contrário: pensava com Fé e actuava na dúvida!</p>
<p>Marcello Caetano apesar destas diferenças (haverá outras) e de não ter a autoridade por todos reconhecida ao antigo militante do <a href="http://www.cadc.pt/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Centro Académico da Democracia Cristã</a> e professor de Coimbra, foi um bom português e prestou durante a sua vida política anterior à tomada de posse, relevantes serviços ao país, e foi um notável professor de Direito, historiador e pensador.</p>
<p>Era também um homem de família e de grande integridade pessoal, sem embargo da sua grande susceptibilidade que lhe criou muitas animosidades.</p>
<p>Estava longe de ser o cidadão mediano de que afirmou ao país, que o mesmo se teria de habituar a ter como governantes.</p>
<p>Porém, fez um percurso político do Fascismo Italiano e do Integralismo Lusitano para uma tardia democracia liberal com preocupações sociais. Não tinha, por isso, as convicções profundas do seu antecessor, tão pouco o seu “nervo” servido por uma vontade férrea que disciplinava todo o seu ser, fornecendo-lhe uma autoridade (nunca maculada por qualquer <u>falha de exemplo</u>, por mais pequena que fosse) ímpar e inquestionável.</p>
<p>Deste modo conseguiu o feito imperecível de retirar a Nação da lama, e o Estado da sarjeta, em que se arrastaram após 90 anos de Liberalismo maçónico desregrado e, sobretudo, pelos 16 anos de pavorosa anarquia, política e social, da I República.</p>
<h3>Nos 55 anos da morte de Oliveira Salazar</h3>
<p>Oliveira Salazar foi um diamante raro que se lapidou a si próprio e nunca procurou o poder, este foi-lhe oferecido: pediram que o assumisse. É, quanto o meu saber alcança, caso único no mundo.</p>
<p>Por tudo isto, ganhou uma auréola de ser o protector de todos e da Nação (“tudo pela Nação, nada contra a Nação”), o porto seguro que todos procuravam. Até de comunistas desde que abandonassem a sua ideologia e práticas malignas…</p>
<p>Este sentimento ficou expresso simbolicamente no filme “O Pátio das Cantigas” em que no meio de uma zaragata típica da Lisboa dos anos 40, Vasco Santana recolhe um grupo de crianças num barracão e diz-lhes: “Podem estar sossegados que aqui não vos acontece mal nenhum”, ao mesmo tempo que a câmara filmava uma tabuleta pendente do tecto, onde se lia a palavra “Salazar”.</p>
<p>E era verdade, Salazar zelava por todos nós, e com isso também nos habituou mal&#8230;</p>
<p>Salazar — e com ele o país — contou por vitórias e sucessos tudo o que fez e realizou, apenas com a excepção de não ter conseguido evitar a perda dolorosa das jóias portuguesas de Goa, Damão e Diu, em 1961, às mãos dos bandidos indianos que perpetraram contra Portugal um crime muito pior do que representa a actual invasão ucraniana por parte da Rússia. Muito pior.</p>
<p>A perda desses territórios — que o governo português nunca reconheceu —, até às sequelas vergonhosas que o 25 de Abril de 74 pariu, foi seguramente sentida por ele como a amputação dos próprios membros, quiçá, equiparável à dor pela morte de sua mãe, que venerava e lhe deu o nome e o ser.</p>
<p>Mas o que dói mais é constatar que a mediocridade que passou a enformar a política portuguesa (e que refaz a história a seu bel-modo) — duvido até que estes sejam “os homens como os outros” de que falava Marcello (como ele se deve ter arrependido mais tarde, no Brasil, daquilo <u>que não fez</u> no dia 24 de Abril&#8230;) —, tenha transformado Salazar num ser odioso e culpado de todos os males do País, sobretudo dos que eles próprios causaram. E continuam a denegrir a sua figura, passando para as novas gerações um conjunto infame de mentiras. Tudo se passando com a passividade bovina da maioria da população, cuja ignorância e cobardia tem sido assombrosa.</p>
<p>Coitados destes políticos (que fazem a cabeça às pessoas através da comunicação social), não chegam ao pó que ele tinha nas “botas”, nem em inteligência, nem em cultura, nem em moral, ética, competência, honestidade, tão pouco em patriotismo, muito menos na boa ou recta intenção com que fazia as coisas.</p>
<p>Ter ganho, apesar disto tudo, em concurso televisivo, manipulado contra si, sobre quem seria o melhor português de todos os tempos é, quanto a nós, expressivo mas inadequado, pois tal é de difícil ou impossível quantificação. Felizmente a história nacional regista muitos portugueses notáveis (e outros muito maus, graças a Deus!) e não faz grande sentido estar a ordená-los (e sob que parâmetros?).</p>
<p>Salazar não tinha ilusões sobre este mundo, nem sobre as coisas, e sobretudo, sobre os homens. Nunca procurou honrarias e contentava-se com uma vida modesta.</p>
<p>Agora parece ser da maior e elementar justiça, humana, política, social e histórica — e até por uma questão de redenção nacional — atribuir ao Professor Doutor António de Oliveira Salazar, que jaz humilde, por vontade própria, em campa modesta e rasa, o título de “Benemérito da Pátria Portuguesa”.</p>
<p>Ele sem dúvida que o merece e todos nós devíamos esforçar-nos por o merecer.</p>
<p><strong>Brandão Ferreira</strong><br />Tenente-Coronel Piloto Aviador (Ref.)</p></div>
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		<title>A Batalha de Montes Claros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alternativa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Jun 2025 08:00:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Brandão Ferreira]]></category>
		<category><![CDATA[Batalha de Montes Claros]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra da Restauração]]></category>
		<category><![CDATA[História de Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[independência]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Batalha de Montes Claros não foi uma batalha qualquer, está ao nível e tem a relevância equivalente à de Aljubarrota e de Alcácer-Quibir.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://alternativaportugal.org/a-batalha-de-montes-claros/">A Batalha de Montes Claros</a> aparece primeiro em <a href="https://alternativaportugal.org">Alternativa Portugal</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><strong>A Batalha de Montes Claros (tomou o nome de um local perto de Borba) — fez 360 anos e nela morreram 700 portugueses e cerca de 4.000 espanhóis(1) —, não foi uma batalha qualquer, entre as muitas que a Nação Portuguesa travou ao longo da sua História, uma vez que está ao nível e tem a relevância equivalente à de <a href="https://www.fundacao-aljubarrota.pt/pt" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Aljubarrota</a> e de Alcácer-Quibir. Porquê?</strong></p>
<p>Pois por representarem “esquinas” históricas, de cujo desfecho ou resultante, podia depender a sobrevivência soberana do país.</p>
<p>Felizmente o desfecho da Batalha de Montes Claros foi decisivo, não por ter afectado irremediavelmente o poderio militar espanhol mas, sobretudo, por ter quebrado a sua vontade em subjugar a liberdade portuguesa de ter um Rei natural e em seguir uma via diferente da monarquia com capital em Madrid.</p>
<p>A batalha foi superiormente dirigida pelo Marquês de Marialva, D. António Luís de Meneses, Capitão General do Alentejo — que tem uma merecida estátua equestre em Cantanhede — acolitado pelo Conde da Ericeira, D. Fernando de Meneses e o Duque Frederico de Schomberg, um notável militar alemão que abraçou a causa portuguesa.</p>
<p>O Exército Português, cujo grosso das tropas se concentrava no Alentejo — província onde se desenrolaram as principais contendas da <a href="https://alternativaportugal.org/historias-da-guerra-da-restauracao-romance-historico/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Guerra da Restauração</a> (ou Aclamação) —, totalizava 12.700 homens (incluindo 2.000 britânicos), foi reforçado com 3.500 homens (quatro “terços” de infantaria e 14 companhias de cavalaria) enviados de Trás-os-Montes, que tinham à cabeça o Conde de S. João, 2.400 infantes e 800 cavaleiros, idos das Beiras, comandados por Pedro Jacques de Magalhães e 300 cavaleiros e 2.500 infantes, idos de Lisboa, sob o comando de Sebastião de Vasconcelos e Sousa. As forças portuguesas totalizavam assim 22.500 homens e 20 peças de artilharia, sem contar com as guarnições das praças-fortes existentes na área.</p>
<p>A ofensiva espanhola representou um último esforço de Madrid (aproveitando a recente paz que tinha acordado com a França) para quebrar a resistência portuguesa depois das vitórias que as forças lusas tinham obtido na Batalha do Ameixial dois anos antes, a 8 de Junho de 1663 e de Castelo Rodrigo, em 7 de Julho do ano seguinte.</p>
<p>Para isso juntaram um forte exército, composto de 15.000 infantes e 7.600 cavaleiros a que se tem de juntar 14 peças de artilharia, dois morteiros e respectivas guarnições. O seu comandante, Marquês de Caracena, D. Luís de Benavides Carrilho, Capitão General da Estremadura, propunha-se ocupar Lisboa, tomando primeiro Vila Viçosa (era um alvo simbólico, dado ser a residência oficial da Casa de Bragança) e Setúbal.</p>
<p>Ocupou Borba, que foi abandonada e pôs cerco a Vila Viçosa que resistiu, causando muitas baixas aos espanhóis (contabilizaram-se 1.200 mortos e muitos feridos nas forças espanholas e 112 mortos e 430 feridos nas forças portuguesas).</p>
<p>O Marquês de Caracena, ao saber da aproximação do Exército Português, que se tinha detido em Montes Claros, decidiu ir ao seu encontro travando-se a batalha, que durou das nove da manhã às seis da tarde.</p>
<p>A cavalaria espanhola, que tinha vantagem sobre a portuguesa, atacou com violência em três cargas sucessivas, chegando a romper partes da 1ª linha portuguesa, mas o recompletamento das mesmas e os contra-ataques efectuados desanimaram os espanhóis, que se puseram em fuga. O comandante espanhol reconhecendo a derrota, fugiu para Juromenha e depois Badajoz.</p>
<p>A jornada estava ganha e em memória de tão notável feito, o Príncipe Regente D. Pedro, mandou erigir um padrão comemorativo, onde anualmente decorre uma pequena cerimónia.</p>
<p>Na sequência decorreram conversações que levaram ao Tratado de Paz de Lisboa (que, infelizmente, durou pouco), em 1668. Assinado com alguma precipitação e com a interferência das Cortes de Londres e Paris.</p>
<h3>A Batalha de Montes Claros</h3>
<p>Em todo o conflito, que durou 28 anos e não se limitou à Europa, Portugal veio a perder a praça de Ceuta, por ter sido o único território em todo o mundo português que, por razões ainda não completamente esclarecidas, não aclamou D. João IV, como Rei de Portugal.</p>
<p>Hoje não temos questões territoriais e de soberania com a Espanha (mas o “Iberismo” não desapareceu), a não ser o caso pendente de Olivença e seu termo, ilegalmente ocupada por Espanha desde 1807.</p>
<p>Mas outras ameaças continuam a existir e as Forças Armadas Portuguesas estão, talvez, no seu nível mais baixo de sempre. Não que o seu potencial relativo de combate já não tenha estado mais baixo, mas porque os meios disponíveis para a sua recuperação (financeiros, materiais e em pessoal, etc.) são os mais limitados de sempre e, também, por não haver vontade nem determinação política e anímica para o realizar.</p>
<p>O panorama nos outros âmbitos não é melhor e as ameaças maiores que impendem sobre a Nação e o Estado Português — a saber, a fraqueza e corrupção política; dissolução moral e de valores; a dívida esmagadora; o federalismo europeu; a demografia negativa e agora, sobretudo, as diferentes formas de imigração e compra do território, e suas empresas — colocam o país chamado Portugal, não numa esquina da sua História, mas numa curva descendente que o irá precipitar, a muito curto prazo, na sua irrelevância histórica, na pobreza indigente, na escravatura mansa e na perda da sua matriz cultural.</p>
<p>Uma curva que terminará em espiral e levará ao nosso desaparecimento.</p>
<p>Espera-se que nos futuros manuais de História tenhamos uma relevância superior, digamos, aos Hititas.</p>
<p>O notável D. Jerónimo Osório, Bispo de Silves, ao ver-se confrontado com as consequências de Alcácer-Quibir afirmou, em 1580, que “não via ao presente mais remédio”.</p>
<p>Sessenta anos de cativeiro político foi o resultado da incúria, intriga e venalidade (não apenas de Alcácer-Quibir), cuja responsabilidade maior pertenceu ao alto clero e alta nobreza e depois contaram mais 28 anos de sacrifícios, lágrimas, perdas de património e numerosas vidas perdidas, a fim de garantir a nossa liberdade e independência. Um valor, aparentemente, pouco apreciado hoje em dia.</p>
<p>E de que Montes Claros foi um marco fundamental.</p>
<p>Convinha lembrar tudo isto, pois vai ser muito difícil sairmos do “buraco” onde nos meteram.</p>
<p>Buraco que praticamente todos os políticos e televisões escamoteiam.</p>
<p>E não vai ser fácil encontrar um novo Bispo de Silves, capaz de o afirmar. Ainda menos de lhe arranjar remédio.</p>
<p style="text-align: center;">* * * * *</p>
<p>«<em>No ano de 1665, reinando em Portugal El Rei D. Afonso VI do nome, D. António Luís de Menezes, Marquês de Marialva, Capitão General desta Província de Alentejo, Governador das Armas da Corte de Lisboa, Cascais e Província de Estremadura e Vedor da Fazenda Real.</em></p>
<p><em>Ofereceu a Deus Nosso Senhor esta Ermida que fundou dedicada à invocação das almas em satisfação do voto que fez estando para sair a campanha com o Exército a socorrer a Praça de Vila Viçosa e prometeu se o Senhor dos Exércitos lhe concedesse vitória contra as armas de Castela a fundaria no lugar da Batalha, em memória com missa todos os dias pelos que morressem na peleja, fabricando-a do que havia mister.</em></p>
<p><em>Tem 40 mil réis de renda em cada um ano pagos na consignação da casa de Ourique enquanto não cabem no de Estremoz sustento do Capelão que servir.</em></p>
<p><em>De que o Príncipe D. Pedro governando estes Reinos lhe fez mercê e dotou tendo consideração a causa porque o Marquês se empenhou com Deus pelo serviço e bem do Reino como se vê no Alvará dado em 2 de Abril do ano de 1669.</em></p>
<p><em>A piedade deste Capitão e o amor com que serviu a Pátria pedem aos fiéis que entrarem nesta casa roguem a Deus Nosso Senhor conceda descanso eterno aos que morreram e se acharam na Batalha de Montes Claros, conservação da Paz que a mão divina perpetue nestes reinos por sua misericórdia conseguida depois de trabalhos contínuos e sangue derramado.</em></p>
<p><em>E nossos naturais não padeçam em tempo algum o que os presentes ouviram, viram e experimentaram.</em></p>
<p><em>Espera confiado por prémio do que trabalhou no sossego que logram se lembrarão de sua alma</em>.»</p>
<p><strong>(Padrão memorial da fundação da Ermida de Nossa Senhora da Vitória de Montes Claros)</strong></p>
<p><strong>Brandão Ferreira</strong><br />Tenente-Coronel Piloto Aviador (Ref.)</p>
<p><span style="font-size: 10.0pt;">________________</span><br /><span style="font-size: 10.0pt;">(1) Estima-se cerca de 2.000 portugueses feridos e os espanhóis, em fuga, deixaram cerca de 6.000 prisioneiros e feridos, e praticamente todo o seu armamento, munições, cavalos e muares e trem logístico.</span></p></div>
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		<title>Santo António Militar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alternativa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Jun 2025 08:00:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Brandão Ferreira]]></category>
		<category><![CDATA[Lisboa]]></category>
		<category><![CDATA[militar]]></category>
		<category><![CDATA[Padroeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Santo António]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Santo mais popular no país, também ficou conhecido como Santo António “Militar” pois assentou praça nas fileiras do Exército Português.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><strong>Portugal é um país “sui generis” a vários títulos e, neste caso, no bom sentido. Desta feita, porque o Santo mais popular no nosso país (que apesar de ter uma das populações mais católicas do mundo e de, ao longo dos séculos, ser “exportador” de cristandade, tem menos de 20 santos&#8230;), incluindo todos os outros gerados pelo mundo em 2.000 anos de História, ficou também conhecido como Santo António Militar uma vez que assentou praça nas fileiras do Exército Português.</strong></p>
<p>Não estamos a falar da sua figura ter sido adoptada como Padroeiro de uma Unidade, Arma, Serviço ou Ramo, exemplo de que existem inúmeros casos, em Portugal e no estrangeiro, mas de ter sido alistado para prestar serviço militar, começando como praça e indo sendo promovido ao longo dos séculos — sim, porque isto tem séculos — e não só alistado e promovido, vencia também pré ou vencimento, o qual revertia a favor da unidade ou para o seu culto!</p>
<p>Sem haver certezas de tudo o que se passou, temos de remontar à época da Restauração — época em que se teve que deitar mão de tudo para criar um espírito de coesão de mística e de luta, que permitisse sobreviver e resistir ao “complexo” político, diplomático, económico, social e militar de uma Espanha ferida, mas ainda muito poderosa — para registarmos o primeiro alistamento. Tal operou-se no reinado de D. Afonso VI (15-11-1656/12-09-1683) no terço da Câmara de Lisboa, nas vésperas da memorável Batalha de Montes Claros (1665).(1)</p>
<p>Santo António, nascido Fernando de Bulhões, em Lisboa, c. 1195, falecido em Pádua, em 13 de Junho de 1231 (daí o feriado em Lisboa ser neste dia), e canonizado logo a 30 de Maio do ano seguinte (um curto espaço de tempo), pelo Papa Gregório XI (1145-1291) já era presença em muitas batalhas por devoção de muitas terras e até se ouvia nos campos de luta, o brado encorajador “Por Santo António”.(2)</p>
<p>E a devoção militar ao Santo e, até, como “protector” do Reino, começa a evidenciar-se no período Filipino, o que é assaz justificável. Daí ser natural que a sua incorporação como combatente numa unidade militar não seja de todo, incompreensível e despicienda.</p>
<h3>Santo António Militar</h3>
<p>O nosso Santo — hoje também casamenteiro — foi sendo sucessivamente incorporado e promovido em várias unidades militares (a lista não é nem pretende ser exaustiva). Logo em 24 de Maio de 1668, o Rei D. Pedro II ordenou o recrutamento de Santo António como soldado voluntário no Regimento de Infantaria de Lagos, foi promovido a capitão (em 1683) e chegou a Tenente-Coronel ao tempo da Rainha D. Maria I. Este regimento foi incorporado no Regimento de Infantaria de Cascais, em1810, vila para onde transitaram as tradições vindas de Lagos.</p>
<p>Em 1679, o nosso requisitado Santo foi nomeado Capitão de Artilharia em Goa.</p>
<p>Por todo o século XVIII, Santo António ascende a diferentes postos, em várias localidades da Metrópole. Em 1749, é promovido a Alferes em Santo António de Muxima, Angola, após vários anos como soldado.</p>
<p>Durante as invasões napoleónicas, Santo António foi erigido a <a href="https://alternativaportugal.org/so-um-novo-1640-salvara-portugal/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Padroeiro do Exército</a> e a sua imagem acompanhava as tropas portuguesas tendo-se atribuído maior relevo à sua “acção” na Batalha do Buçaco, em 1810.</p>
<p>Como já ficou perceptível a figura de Santo António, como militar, não se reservou à parte europeia de Portugal. A Corte Portuguesa, retirada estrategicamente no Brasil, ao saber dos “feitos” de Santo António, levou D. João VI a promovê-lo a Sargento-Mor de Infantaria, da Baía, em 13 de Setembro de 1810, e promoveu-o a Tenente-Coronel do Exército Português, por Carta Patente de 22 de Outubro de 1816.</p>
<p>A <a href="http://senzapagare.blogspot.com/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">imagem de Santo António</a> passou a acompanhar as tropas lusas que perseguiram as “águias francesas”, expulsas de Portugal, até Toulouse, em 1814, data da sua rendição.</p>
<p>Em São Paulo (Brasil), Santo António já tinha recebido a patente de Coronel, em 1799 e recebeu salário de Capitão no município de Ouro Negro, o que apenas terminou em 1904. Só em 1924 por despacho do Presidente do Brasil, Artur Bernardes, ao Ministro da Guerra, é que o Santo da devoção de tantos passou à reserva do Exército brasileiro.(3)</p>
<p>Em Timor chegou a Coronel, havendo na povoação de Manatuto, de que o Santo é padroeiro, uma imagem dedicada ao “Coronel Santo António”.</p>
<p>Em 1999, data em que se pode dar por extinto o que se chegou a designar por “Império Português”, o Leal Senado de Macau, pagou o soldo a Santo António, pela última vez.(4)</p>
<p>Santo António era sábio (proclamado Doutor da Igreja, pelo Papa Pio XII, em 1946, com o título de “Doutor Evangélico) ao afirmar “É viva a palavra quando são obras que falam”…</p>
<p>É destas coisas onde se mistura a razão e a Fé, que se geram as tradições, se forja a coesão nacional e se dá substância à espiritualidade da Pátria.</p>
<p>Algo que a sociedade e a vida dita moderna, positivista, ateia, de moral relativa, parca de ética, egoísta e cheia de “ismos”, não entende, desvirtua e escarnece.</p>
<p>Em Honra de Santo António, “Apresentar Armas!”(5)</p>
<p><strong>Brandão Ferreira</strong><br />
Tenente-Coronel Piloto Aviador (Ref.)</p>
<p><span style="font-size: 10.0pt;">________________</span><br />
<span style="font-size: 10.0pt;">(1) É possível que o seu alistamento seja logo no ano de 1623, em Portugal e Macau.<br />
(2) Fernando Martim de Bulhões e Taveira Azevedo.<br />
(3) Rezava assim o despacho: “O Coronel António de Pádua vai quase em três séculos de serviço. Nomeie-o General e ponha-o na reserva”.<br />
(4) Ano da entrega (o que nada justificava ou exigia), de Macau à soberania da República Popular da China.<br />
(5) O notável livro “Santo António e o Exército – Tradições, História e Arquitectura Militares”, da autoria de Augusto Moutinho Borges e Pedro Teotónio Pereira, editado pela “By the Book, Edições Especiais” e o Exército constitui possivelmente, o melhor acervo documental sobre este tema.</span></p></div>
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		<title>A data do 1º de Maio deve deixar de ser feriado nacional!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alternativa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 May 2025 09:00:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Brandão Ferreira]]></category>
		<category><![CDATA[1º de Maio]]></category>
		<category><![CDATA[Dia do trabalhador]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Comecemos por dizer que não estamos contra que se comemore o dia, mas entendemos que a data do 1º de Maio deve deixar de ser feriado nacional.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://alternativaportugal.org/a-data-do-1o-de-maio-deve-deixar-de-ser-feriado-nacional/">A data do 1º de Maio deve deixar de ser feriado nacional!</a> aparece primeiro em <a href="https://alternativaportugal.org">Alternativa Portugal</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><strong>Comecemos por dizer que não estamos contra que se comemore o dia; cada um que o festeje à sua vontade. Mas entendemos que a data do 1º de Maio deve deixar de ser feriado nacional. Aliás, todos os dias são dias de comemorar qualquer coisa. Já nem chegam os dias para tanta evocação, vamos ter de passar a utilizar também as noites… </strong></p>
<p>A única comemoração (creio) para a qual ainda se não se dedicou um dia (quem será que “decreta” estes dias?) é o do Homem. Sobretudo se for branco, cristão e hétero…</p>
<p>O que entendemos é que não se deve comemorar a data como feriado nacional.</p>
<p>Impõe-se uma pequena incursão histórica.</p>
<p>Em 1864 é criada a primeira Associação Internacional dos Trabalhadores, em Londres, a que se chamou, mais tarde, a “Primeira Internacional Socialista”. As divisões ideológicas determinaram a sua extinção ao fim de sete anos. Uma das suas principais reivindicações era a de a jornada diária de trabalho passar a ser de 10 horas.</p>
<p>As reivindicações desta “primeira internacional” repercutiram-se no IV Congresso da “American Federation of Labour”, em 1884. Mas todas as negociações havidas com as entidades patronais lançaram a revolta nos principais núcleos industriais do país. Tal estado de espírito levou a que a 1 de Maio de 1886, fosse convocada uma greve geral, que teve a adesão de entre 350 000 a um milhão de pessoas (os autores dividem-se).</p>
<p>Porquê a 1 de Maio? Pois porque era a data em que a maioria das empresas iniciava o seu “ano financeiro” e se dava início ou término aos contratos de trabalho.</p>
<p>A repressão a esta greve foi violenta e especialmente dura na cidade de Chicago. Nesta cidade, ao quarto dia de manifestações, explodiu uma bomba e as refregas subsequentes causaram a morte de vários manifestantes e polícias. Deste incidente resultou a prisão de oito líderes do movimento grevista. Quatro deles foram enforcados e os restantes quatro condenados a prisão perpétua (um deles suicidou-se).</p>
<p>A luta não parou e pressões oriundas de vários sectores levaram à constituição de um novo júri, em 1888, que determinou a anulação do anterior julgamento, ordenando a absolvição dos réus e a libertação dos três que estavam presos. Reconheceu-se ainda que a bomba tinha sido colocada pela própria polícia!</p>
<p>Em 1890 o Congresso Americano votou a lei que estabeleceu que a jornada diária de trabalho passaria a ter 8 horas.</p>
<p>Todos estes eventos tiveram repercussão na Europa, com a “Segunda Internacional Socialista”, criada em Paris, em 14 de Julho de 1889, por insistência de Frederic Engels, a proclamar o 1º de Maio, o Dia do Trabalhador, em memória dos que morreram em Chicago.</p>
<p>Só a 23 de Abril de 1919, o Senado Francês ratificou a jornada de 8 horas e proclamou o 1º de Maio feriado naquele ano.</p>
<p>Em 1920, a então União Soviética adoptou a data como feriado nacional, sendo seguida por alguns países.</p>
<p>Os Estados Unidos da América nunca reconheceram o 1º de Maio como dia do trabalhador e comemoram o “Dia do Trabalho” (Labour Day) a 3 de Setembro, data relacionada com o período das colheitas e o fim do Verão (e, já agora, para evitar associar a festa do trabalho a qualquer movimento socialista). O mesmo é válido para o Canadá, tomando aí a designação do “Dia das Oito Horas”.</p>
<p>Com isto dito, vejamos porque não nos parece fazer sentido ter uma data destas como feriado nacional, em Portugal. E a primeira é já esta: é que a data de nacional não tem nada e não tem qualquer ligação ao nosso país. É, aliás, uma data e um evento de cariz internacionalista. Um internacionalismo de cariz ideológico, socialista, anarquista e comunista.</p>
<h3>A data do 1º de Maio deve deixar de ser feriado nacional</h3>
<p>Em Portugal, a decisão da comuna de Paris em tornar o 1º de Maio feriado teve alguma repercussão, fomentando a luta operária por melhores condições de vida. Estão contabilizadas 559 greves entre 1852 e 1910 (entre 9 a 10 greves por ano, em média), sem que houvesse propriamente o que hoje se apelida de sindicatos. O cúmulo destas reivindicações pode considerar-se a manifestação que juntou em Lisboa cerca de 40 000 pessoas, no dia 1 de Maio de 1900. Sem embargo, o número de aderentes às “novas ideias” sempre foi diminuto, até porque a industrialização era incipiente (Portugal falhou grandemente as duas primeiras “revoluções industriais”, pois andou “entretido” em guerras civis…).</p>
<p>A I República nunca deixou comemorar o 1º de Maio (e até reprimiu violentamente as greves), o que se prolongou pela Ditadura Militar até que, em 1933, se deu uma espécie de nacionalização dos Grémios, Casas do Povo e dos Pescadores e Sindicatos, dentro da organização Corporativa instituída, e tanto a greve como o “lockout” foram proibidos, sendo os problemas laborais resolvidos através de concertação (aliás, como deve ser, sendo a greve passível de ser usada apenas em casos extremos).</p>
<p>Ou seja, a comemoração do “dia do trabalhador” não tem qualquer tradição em Portugal nem faz parte da matriz cultural dos Portugueses. Por isso, reafirmamos que a data do 1º de Maio deve deixar de ser feriado nacional!</p>
<p>A implantação do feriado do 1º de Maio só ocorreu após o Decreto-Lei nº 175/74 de 27 de Abril, da Junta de Salvação Nacional, apenas dois dias após o golpe de Estado então ocorrido. O que não deixa de ser revelador.</p>
<p>Como revelador é — a vários títulos — que em 1975, através do Decreto-Lei nº 210-A/75, de 18 de Abril, se tenha renomeado o feriado de 25/4 como “Dia de Portugal”; ora o Dia de Portugal era assinalado a 10 de Junho, e só voltou a sê-lo três anos depois, em 1977, entretanto rebaptizado de “Dia de Camões e Dia das Comunidades”. Só em 1978, o 25/4, foi renomeado “Dia da Liberdade” e o 10 de Junho passou a “Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas”. E as Forças Armadas Portuguesas só passaram a participar nestas comemorações, novamente, no primeiro mandato de Cavaco Silva como Presidente da República, em 2006&#8230;</p>
<p>Convém não esquecer estas coisas e os seus responsáveis.</p>
<p>A actual Constituição da República (CR), que inicialmente nos impunha um caminho para a “utopia” do socialismo (na prática a arte de retirar a quem trabalha para dar a quem não quer fazer nada…) — e que agora apenas é referido no seu “preâmbulo” — tem consignado um enquadramento legal dos “direitos dos trabalhadores” (que agora passaram a designar-se, socialmente, por “colaboradores”…) completamente desajustado relativamente a outras entidades e aos deveres correlativos. Para já não falar na deficiente separação entre a liberdade intrínseca dos sindicatos relativamente à política e às correias de transmissão dos partidos e a facilidade como podem usar a greve para luta política e paralisação de sectores do país e prejudicar as populações. Para além de incentivar a greve e proibir o “lockout”.</p>
<p>Podemos assim verificar que, à semelhança de muitas outras realidades da evolução da humanidade, as relações de trabalho foram fazendo o seu caminho, com recuos e avanços, lágrimas e alegrias. Não é por isso, por exemplo, que o fim da escravatura, ou a invenção da máquina a vapor, têm um feriado.</p>
<p>A comemoração do dia do trabalhador nasceu no seio de uma sociedade capitalista algo selvagem, mas que rapidamente se tornou numa comemoração de carácter marxista, anarquista e comunista. Não representa a totalidade da população trabalhadora. É ideológica. Além disso, é veículo e faz apelo à “guerra de classes” divisora da sociedade e originadora de ódios e conflitos permanentes.</p>
<p>O trabalho contribui (e tem de contribuir) para a economia, as finanças e a vida social como um todo. Ora não se pode ter empresas a funcionar sem o trabalho e o capital. Temos que gerar harmonia, não dissensão. O que diz respeito a todos e não apenas a alguns. O próprio termo “trabalhadores” é enganador, pois não seremos todos nós trabalhadores? Há uns que trabalham e outros não? Um banqueiro não trabalha?</p>
<p>Os únicos que em boa verdade não podem ser englobados no termo são os militares e os religiosos, pois prestam “serviço” à Pátria, uns, a Deus, os outros. Um modo superlativo de “trabalho” e por isso tratado de modo diferente. Realidade que tem sido subvertida e destruída, mas isso é outra história (ou talvez não…).</p>
<p>Há patrões que tentam explorar os trabalhadores? Há, e não são poucos; em vez de “empresários” comportam-se como “donos”? Também; e muitas outras atitudes negativas existem. O mesmo acontecendo do lado dos colaboradores, perdão, trabalhadores: quantos são calaceiros, metem baixas fraudulentas, exorbitam, são enganadores? Pois é, mas tudo isso tem a ver com a natureza humana e com o Bem e o Mal. É outro campeonato.</p>
<p>Fazer do 1º de Maio feriado apresenta também duas aparentes contradições: se somos todos trabalhadores, não faz muito sentido que nos estejamos a evocar e a comemorar a nós próprios; além disso não é muito curial que estejamos a exaltar quem devia estar a trabalhar, não fazendo nada. Para isso a Divina Providência já tinha decretado os domingos…</p>
<p>Aquilo que devia preocupar os promotores do 1º de Maio (enfim de todos), seria então a promoção de boas práticas de gestão e liderança; de como melhorar os meios de produção; promover as boas práticas profissionais; assegurar o cumprimento de normas deontológicas; organização e disciplina na segurança e higiene nas condições em que o trabalho é realizado; procurar que os impostos incidam no consumo e não no trabalho; estudar formas harmoniosas de participação na gestão e dividendos das empresas; impor regras apertadas no funcionamento dos bancos e bolsas e proibir os paraísos fiscais, etc…</p>
<p>Mas isto não parece estar na preocupação de ninguém: apenas sobram a luta por ideologias estéreis e viciosas e a ganância…</p>
<p>A verdadeira essência da coisa tem a ver com um equívoco de base, que é considerar o trabalho como um <strong>direito</strong> (o que também está plasmado na nossa CR); ora o trabalho é sobretudo um <strong>dever</strong>, como tão bem o caracterizou o Professor Salazar, que era um profundo conhecedor e “filósofo”, das coisas dos homens e da vida. Pela simples razão que o trabalho é tão fulcral à vida que sem ele esta não poderia existir.</p>
<p>Por isso faz algum sentido comemorar o “dia do Trabalho”, mas nunca o dia do trabalhador.</p>
<p>Neste âmbito, bom seria olhar para a Doutrina Social da Igreja, cuja notável encíclica “Rerum Novarum”, de 1 de Maio de 1891, do Papa Leão XIII, constitui a pedra basilar. E no dia 1º de Maio lembrar S. José, operário, santo padroeiro dos trabalhadores.</p>
<p>Mas como fazê-lo devidamente se nunca ninguém, até hoje, se lembrou de montar um altar junto à Fonte Luminosa?</p>
<p><strong>Brandão Ferreira</strong><br />Tenente-Coronel Piloto Aviador (Ref.)</p></div>
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		<title>Vergonhas e incongruências que nos ficam mal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alternativa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Sep 2024 08:00:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Brandão Ferreira]]></category>
		<category><![CDATA[Amilcar Cabral]]></category>
		<category><![CDATA[Batalhão de Caçadores]]></category>
		<category><![CDATA[guiné]]></category>
		<category><![CDATA[PAIGC]]></category>
		<category><![CDATA[Pára-quedistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ampla cobertura mediática à homenagem de umas dezenas de maltrapilhos ao “turra” Amílcar Cabral. Vergonhas e incongruências que nos ficam mal.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://alternativaportugal.org/vergonhas-e-incongruencias-que-nos-ficam-mal/">Vergonhas e incongruências que nos ficam mal</a> aparece primeiro em <a href="https://alternativaportugal.org">Alternativa Portugal</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><strong>O silêncio sobre a morte do combatente João de Bessa, contrasta com a ampla cobertura mediática dispensada a umas dezenas de maltrapilhos africanos que desciam a avenida para homenagear o “turra” Amílcar Cabral. Vergonhas e incongruências que nos ficam mal.</strong></p>
<p>O tenente-coronel do Serviço-Geral Pára-quedista João de Bessa — português modesto e humilde, apenas conhecido dos seus camaradas e amigos — faleceu no dia 13 de Setembro de 2024, em Carcavelos, onde vivia.</p>
<p>Este militar, disciplinado e bem formado, a quem não se conheciam vilanias, nasceu na povoação de Real, Amarante, em 10 de Novembro de 1932, ainda serviu comigo na <a href="https://www.academiafa.edu.pt/" target="_blank" rel="noopener">Academia da Força Aérea</a>. Aqui fica a homenagem.</p>
<p>O João de Bessa integrou o 1º curso de pára-quedismo militar que houve em Portugal, no então Batalhão de Caçadores Pára-quedistas, em 1957. Possuía o brevet nº 207. Passou à reforma em 1996, no posto de tenente-coronel, a que tinha ascendido, em 2 de março de 1982.</p>
<p>O então capitão Bessa ficou para a história por, estando a comandar uma companhia de pára-quedistas (o que era muito raro acontecer com um oficial não oriundo da Academia Militar), do <a href="https://alternativaportugal.org/o-golpe-de-mao-que-poderia-ter-acabado-com-a-guerra-na-guine/" target="_blank" rel="noopener">Batalhão de Pára-quedistas</a> nº 12, aquartelado em Bissau, ao efectuar uma operação no sul da então província da Guiné, ter emboscado um forte grupo inimigo, tendo sido capturado um “guerrilheiro” de tez branca, que veio a ser identificado mais tarde, como cubano.</p>
<p>Recuemos a Novembro de 1969(1).</p>
<p>Depois de informações recolhidas que um grupo inimigo, que estava operando rampas de foguetões de 122mm na região de Guilege, ia entrar no nosso território, entre os dias 17 e 18 desse mês, o comando-chefe decidiu empenhar as companhias de pára-quedistas 121 e 122 e lançar a operação “Jove”.</p>
<p>Deste modo saíram de Bissau a 16 e 17 de Novembro, com destino a Aldeia Formosa, as citadas companhias com todo o equipamento necessário para emboscar as forças do PAIGC(2).</p>
<p>Helitransportados para a zona da acção, os diferentes grupos de combate dos “páras” progridem para as áreas de emboscada pré-determinadas.</p>
<p>A mata é densa e as tropas pernoitam no seu seio e continuam a sua progressão no dia seguinte.</p>
<p>Montada a emboscada, logo aparecem dois indivíduos, um branco e um negro, nas imediações das forças da companhia 122, do comando do capitão Bessa. Este, quando entendeu oportuno, deu ordem de fogo ao apontador da metralhadora MG-42, 1º cabo Regageles. O guerrilheiro negro é imediatamente abatido, enquanto o segundo é ferido com gravidade e arrasta-se em fuga. Iniciada a perseguição é capturado. O capitão Bessa impede que seja abatido, é tratado pelo enfermeiro e depois evacuado de helicóptero para o Hospital Militar de Bissau.</p>
<p>O oficial fez bem em não o deixar abater pois veio a ser um valioso “troféu de guerra”, além de ter praticado um acto de humanidade(3).</p>
<p>De facto, veio a verificar-se tratar-se do capitão do exército cubano Pedro Rodriguez Peralta, pertencente ao partido comunista cubano e que tinha combatido ao lado de Fidel de Castro, na Sierra Maestra, aquando da revolução cubana de 1959. Tinha recebido guia de marcha para Conakri, na República da Guiné, a fim de ser instrutor dos guerrilheiros do PAIGC que usavam aquele país e o Senegal para se acoitarem e atacarem o território português da Guiné.</p>
<p>Foi a primeira vez que as Forças Armadas Portuguesas capturaram, feriram ou liquidaram, um elemento de um exército estrangeiro, quer na <a href="https://ultramar.terraweb.biz/index.htm" target="_blank" rel="noopener">Guiné como em Angola e Moçambique</a>, o que era a prova provada do envolvimento estranho, nomeadamente de países comunistas – Cuba era na altura um país satélite da URSS —, nas acções militares contra Portugal (e não contra o Estado português).</p>
<p>No que aliás eram acolitados por portugueses (felizmente poucos) indignos desse nome e cuja adjectivação adequada me fere os lábios e a alma.</p>
<p>O capitão Peralta acabou por ser transportado para Lisboa onde foi julgado em Tribunal Militar e condenado a pesada pena (presumo que se algo parecido tivesse ocorrido em Cuba, a pena seria o “paredon”…).</p>
<p>Assim o encontrou o golpe de Estado ocorrido a 25 de Abril de 1974, que logo virou uma sucessão de actos tidos por revolucionários caóticos e, por gritaria da rua desvairada, e pressões de esquerdopatas e comunistas (civis e militares), o pouco distinto capitão Peralta foi libertado e, até, tratado por alguns como “herói”. Fidel de Castro condecorou-o no seu regresso a Cuba (o que está conforme).</p>
<p>Enquanto isso e passado pouco tempo, eram fuzilados de qualquer jeito, na Guiné, pelo PAIGC, muitos militares que tinham servido nas Forças Armadas Portuguesas, as quais tinham, entretanto, abandonado da forma mais indigna possível aquele território português.</p>
<p>Seis vezes secular.</p>
<p>O silêncio sobre a morte deste combatente (o TCor. João de Bessa), como de resto sobre qualquer combatente português, mais ou menos ilustre, foi (e é) sepulcral.</p>
<p style="text-align: center;">* * * * *</p>
<p>Passados uns dias, a 21 de Setembro, dia crismado (vá-se lá saber porquê) de “Dia Internacional da Paz” — dia instaurado pela ONU, em 1981, onde se devia observar 24 horas de cessar-fogo e não-violência (o que nunca foi observado) — decorreu em Lisboa, avenida da Liberdade abaixo — coitada da avenida da Liberdade, que tão mau uso têm feito do seu nome — uma manifestação (as pessoas passam a vida a manifestar-se, normalmente pelo que não devem), organizada por um obscuro “movimento negro”(4).</p>
<h3>Vergonhas e incongruências que nos ficam mal</h3>
<p>A ideia principal desta “manif” parece ter sido homenagear um tal Amílcar Cabral, dirigente e fundador do acima citado PAIGC, que este ano completaria 100 anos de vida.</p>
<p>E lembra-se já que tal personagem mestiço, filho de pai cabo-verdiano e mãe guineense, foi assassinado, em 20 de Janeiro de 1970, em Conakri, por elementos do próprio partido, o que nunca foi devidamente esclarecido por este, apesar de tal ter originado uma depuração que liquidou cerca de 200 elementos do mesmo.</p>
<p>A manifestação “quer” associar o nome de Amílcar Cabral às comemorações do 25 de Abril de 1974 e aproveitou a ocasião para lançar diatribes e denúncias contra o racismo e a xenofobia e reivindicar “direitos” de que os manifestantes se julgam credores (curioso notar como o próprio nome “movimento negro” nada terá obviamente a ver com racismo e xenofobia…).</p>
<p>À manifestação associou-se um partido político, pouco português, normalmente defensor de teses, ideias e ideologia absolutamente intragáveis e nefastas.</p>
<p>A manifestação apesar de contar com poucos elementos (sempre disfarçada de “muitos”) teve ampla cobertura mediática, pelas mesmas razões que este escrito e assinado, não terá.</p>
<p>Sejamos claros, sintéticos e objectivos: Amílcar Cabral foi um cidadão português, formado em Lisboa, com uma bolsa de estudo governamental, aboletado na “Casa do Império”, que virou marxista e resolveu repudiar a sua sociedade, levantar armas contra as autoridades do Estado e população, e trair a Nação, tentando a secessão de uma parte do seu território, nomeadamente a Guiné e Cabo Verde, conjuntamente, o que logo se desmoronou — por razões que não vou dilucidar — após o 25 de Abril.</p>
<p>Ponto final.</p>
<p>Que alguém fora do actual Portugal goste e queira homenagear o homem, é livre de o fazer se o deixarem. Que possa ser considerado herói em Cabo Verde ou na Guiné, admito. Agora que andem a homenagear na minha “casa”, um ex-concidadão que virou terrorista da Bandeira Nacional Portuguesa e contra o qual tivemos de lutar durante 10 anos é que ultrapassa todos os limites da decência e do despautério.</p>
<p>Estas manifestações devem ser proibidas e o estranho “movimento negro”, onde também aparenta haver “branquelas”, investigado; o Estado português tem que se dar ao respeito e não se portar como sendo uma “república das bananas”. Finalmente os portugueses que restam devem ter alguma vergonha na cara.</p>
<p><strong>Brandão Ferreira</strong><br />Tenente-Coronel Piloto Aviador (Ref.)</p>
<p><span style="font-size: 10.0pt;">________________</span><br /><span style="font-size: 10.0pt;">(1) Dados recolhidos em artigo do coronel Martinho Grão, Revista “Boina Verde”, nº 212, Setembro de 2005, pág. 40.<br />(2) PAIGC — Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde, nessa altura liderado por Amílcar Cabral.<br />(3) Mais tarde o prisioneiro veio a declarar ter ficado admirado por lhe terem poupado a vida, em entrevista ao jornalista norte-americano Biel Wright, representante em Lisboa da “United Press International”.<br />(4) Este Dia Internacional da Paz foi “inventado” em contraponto ao “Dia Mundial da Paz”, proposto pelo Papa Paulo VI, em 8/12/1967, que seria, e é, comemorado no dia 1 de janeiro (que é uma espécie de feriado universal), sendo extensivo a todos e não apenas aos católicos, sento objecto de uma mensagem Papal em cada ano, relativo a um tema diferente.</span></p></div>
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