O Senado dos Estados Unidos confirmou Amy Coney Barrett como a nova juíza do Supremo Tribunal. A magistrada obteve 52 votos a favor e 48 contra. Amy Barrett já prestou juramento.

Todos os senadores republicanos votaram a favor de Amy Barrett, excepto Susan Collins, senadora pelo Maine, que enfrenta a possibilidade de não ser reeleita nas próximas eleições por estar num Estado predominantemente democrata.

A escolha desta católica fervorosa, mãe de 7 filhos, pode ser essencial para que o Supremo Tribunal dos Estados Unidos volte a ser favorável aos princípios religiosos, especialmente os cristãos, que moldaram a nação norte-americana. Barrett admitiu a grande influência que exerceu sobre ela o juiz Antonin Scalia, um ex-juiz do Supremo Tribunal dos Estados Unidos, também ele católico, cujo legado está agora nas suas mãos.

Por alguma razão, a Planned Parenthood, uma autêntica multinacional do aborto, fez campanha aberta contra a escolha de Amy Coney Barrett para o Supremo Tribunal.