O medo sempre foi um grande trunfo do poder instituído. Seja ele quem for, está sempre presente a ideia de que “se não formos nós a mandar, o mundo acaba”, ideia que empresta aos políticos em questão a condição de imprescindíveis. Para chegar aqui nada melhor que uma população amedrontada, e para amedrontar é preciso um pretexto razoável, suficientemente complexo para manipular de forma a ser difícil demonstrar a manipulação.

Os instrumentos do medo são vários: tivemos, durante muito tempo, no top o climate change, agora relegado para segundo plano pelo Covid-19. Não é preciso ser o Sherlock Holmes para perceber que ainda há muita gente com medo da pandemia, e nestas circunstâncias as pessoas sujeitam-se a tudo, quase sem pensar, numa obediência cega, quase supersticiosa, à DGS (que até convida nos cartazes as pessoas a serem seus agentes…). É o medo dos súbditos.

Mas, enquanto meio mundo diz andar à procura de uma vacina (quando será?), parece que só algumas curas podem ser admitidas a priori pelas autoridades, outras não. Vem isto a propósito de toda a censura que tem sido feita à utilização da hidroxicloroquina como cura para o Covid-19, mesmo depois de ter havido equipas médicas a tratar com sucesso pacientes de todas as idades e condições. É verdadeiramente suspeita a censura no Facebook, Youtube, Twitter, de um vídeo de America’s Frontline Doctors, que teve mais de 17 milhões de visualizações até ser retirado dessas plataformas (mandado por quem?), que temos todo o gosto em apresentar aqui aos nossos leitores: https://www.noticiasviriato.pt/grandes-corporacoes-tecnologicas-censuram-video-de-medicos-da-linha-da-frente-no-combate-a-covid-19/.

E aqui temos o medo dos que mandam, pelos vistos temem que a hidroxicloroquina seja um medicamento eficaz contra o Covid. É muito suspeita a sanha da big press e das giant corporations contra o uso deste medicamento. Estão com medo de quê? A atitude mais prudente a quem duvida é experimentar, não é rejeitar sem razão. Poderão argumentar que, como tantos outros medicamentos, a hidroxicloroquina tem efeitos secundários, aliás bem conhecidos. E daí?

Por vezes há pessoas que, perante quem se insurge contra este tipo de opções obscuras perpetradas por forças tenebrosas, as acusam de “teorias da conspiração”. Nada disso, este tipo de atitudes censórias não tem nada de teoria. É pura prática da conspiração.

Manuel Brás