O primeiro genocídio dos tempos modernos foi o genocídio de Vendeia: Em 18 meses, até à decapitação de Robespierre em 27 de Julho de 1794, 117 000 pessoas da região de Vendeia foram assassinadas com o objectivo declarado de fazer um genocídio. 

Motivo: a população apoiou o credo católico e a fé em Cristo. As pessoas foram mortas e esfoladas da cintura para baixo, sendo a sua pele curtida e usada para fazer calças para os soldados. 150 corpos de mulheres foram fervidos para obter 10 barris de graxa. (Fonte: Reynald Secher, La Vendé Vengé: le genocide franco-français, Presses Universitaires de France, 1986).

O caso de Marie Leroy é exemplificativo. Era costureira e tinha os dois pais inválidos. Negou ter escondido sacerdotes. Ficou registado que não podia assinar a acta de julgamento por ser iletrada. A acusação proferiu: “Marie Leroy, costureira, 25 anos, solteira, de Montillié, é condenada à morte por ser muito fanática e aristocrata”.

O general François Joseph Westermann declararia: “A Vendeia já não existe! Morreu sobre os sabres da nossa liberdade com as suas mulheres e crianças. Esmaguei as crianças sob as patas dos meus cavalos, massacrei todas as mulheres que nunca mais hão-de gerar bandidos. Não tenho que me censurar por ter feito prisioneiros. Matei-os a todos. As ruas estão cobertas de cadáveres. São tantos que em muitos lugares formam pirâmides”.

Agostino Nobile in Governados Pela Mentira